Ninkasi, a Deusa da Cerveja

Ninkasi é a antiga deusa sumeriana da cerveja, que transformou uma mistura de água e cevada em um líquido dourado, conhecido hoje como cerveja.

Era uma deusa muito popular que fornecia cerveja aos deuses. Ela era considerada a própria personificação da cerveja.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DAMA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE

Fundada em 26 de Janeiro de 2010 na cidade de Piracicaba, no estado de São Paulo, a Dama Bier é uma empresa familiar. Seus proprietários viajaram por diversas regiões do mundo, buscando o que há de melhor para produção de cerveja. A fábrica está situada em uma área de 1900m2 localizada no bairro Piracicamirim, e tem capacidade produtiva de 60.000 litros/mês.

A cervejaria está focada na produção de cerveja com diferencial em qualidade e com grande personalidade sensorial. Cada um dos estilos produzidos possui características particulares, tais como: cor, teor alcoólico, amargor, sabor e aroma. Por isso nossa equipe conta com um mestre cervejeiro e um bier sommelier para deixar sua Dama Bier perfeita e de acordo com o estilo proposto.


http://www.damabier.com.br/

WÄLS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A Cervejaria Wäls nasceu a partir da idéia de fornecer cervejas para um consumidor exigente, em novembro de 1999 o sonho começou a ser realizado. A região turística da Pampulha, em Belo Horizonte, foi então escolhida para ser palco da nossa bela história. Produzimos obras de arte que também podem ser chamadas de cervejas especiais. Nossa linha de produtos é inspirada nas tradicionais escolas cervejeiras belga, inglesa e tcheca.

A cervejaria Wäls se orgulha de ser ecologicamente correta. Contamos com uma estação de tratamento de esgoto que trata 100% dos resíduos industriais advindos das nossas produções. Realizamos coleta seletiva de plásticos, papéis, metais e vidros. Além disso, o subproduto da cerveja (bagaço do malte de cevada) é utilizado para alimentação de gado leiteiro.

Trouxemos da Escócia barris de carvalho francês para maturação de algumas de nossas cervejas, barris estes que antes "curtiram" o legítimo Whisky Single Malt por longos anos. Temos também uma cave para maturação das cervejas produzidas pelo método Champenoise, com capacidade de acomodar 2.500 garrafas, que descansam em temperatura constante de 16ºC e umidade controlada durante todo o ano.


http://www.wals.com.br/

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

URBANA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Cervejaria artesanal de São Paulo. Surgiu em 2011, no bairro de Jabaquara. Uma cervejaria que se intitula como “um laboratório de cervejas, idéias e sonhos”. Os rótulos levam nomes bem criativos. A campeã de vendas da Cervejaria Urbana é a cerveja Gordelícia, do estilo Strong Golden Ale. Tem ainda Loira do banheiro (IPA), Cabra da Peste (Weizen), La Cocote dês Jardins (Saison), Borba Cat (Maibock), Cat in the Box (Russian Imperial Stout), CTRL Alt Beer (Altbier), Refrescadô de Safadeza (Session IPA), A Piscadinha (Session Stout), Charlie Brown (Brown Ale), Prima Pode (India Brown Ale), Sporro (Extre Special Bitter), Gabriela Versão Cravo (Ale) e Gabriela Versão Canela (Ale).

http://www.cervejariaurbana.com.br/

THEREZÓPOLIS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Há 100 anos, o Mestre Alfredo Claussen criava a Cerveja Therezópolis: uma autêntica Premium Lager de médio amargor, cor dourada e cremosidade generosa.

Muito mais do que uma cervejaria, a SANKT GALLEN é o “coração” de uma vila germânica nas montanhas de Teresópolis, RJ.

Com clima agradável, 910m de altitude e a apenas 90 km do Rio, a cidade serrana de Teresópolis teve como sua primeira indústria, no ano de 1912, uma pequena cervejaria, dirigida pelo Mestre Alfredo Claussen, descendente de dinamarqueses, responsável pela elaboração da apreciada Cerveja Therezópolis.

Inspirada nesta história de pioneirismo e paixão pela bebida ancestral, foi construída, nesta mesma cidade, a VILA ST.GALLEN: uma vila mágica, com capelinha, rua do comércio, agradáveis restaurantes e uma bela cervejaria, coração desta vila germânica, a CERVEJARIA SANKT GALLEN.

http://www.vilastgallen.com.br/
https://www.facebook.com/cervejatherezopolis?fref=ts

RAVACHE - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A Cerveja Guitt’s foi produzida pela primeira vez em 2001 e seu nome inspirado no próprio sobrenome da família fundadora da empresa, a família Guitti. Seu rótulo traz a imagem de uma águia, originária do brasão da família Guitti. A ave, que segura em suas garras as principais matérias-primas da bebida, o malte e o lúpulo, representa força, garra e determinação.

Ao longo de sua trajetória, a cervejaria foi incorporando outras opções ao seu portfólio como a Guitt’s Malzbier, os Chopp Guitt's Claro e Escuro, a cerveja escura Zebu e recentemente aCerveja Ravache, linha de cervejas Premium produzidas com sabor equilibrado para surpreender desde um especialista cervejeiro a consumidores que estão ingressando no universo de Cervejas Especiais.

http://www.cervejaravache.com.br/

NOI - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Localizada em Itaipu, Região Oceânica de Niterói, a Fábrica da Noi vai se tornando parte do roteiro turístico da cidade. Niteroiense ou não, desperta muita curiosidade em quem passa pela Estrada Francisco da Cruz Nunes o prédio de arquitetura única, que ocupa mais de 800 metros quadrados, cuja fachada é decorada por tanques com capacidade para 2 e 4 mil litros de cerveja protegidos por paredes de vidro, deixando à mostra parte do processo de fabricação da Noi.

http://www.cervejarianoi.com.br/


MISTURA CLÁSSICA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE



A Mistura Clássica é uma cervejaria artesanal que vem fazendo história no estado do Rio de Janeiro conquistando prêmios nacionais e internacionais com deliciosas cervejas.
Suas receitas sāo elaboradas de maneira artesanal, sem corantes e estabilizantes. Cada cerveja é única e cada ingrediente selecionado com o máximo cuidado, tudo para levar ao copo dos consumidores cervejas com personalidades próprias e sabores especiais. Com forte presença das escolas Americana, Belga, Inglesa e Alemã a Mistura Clássica mescla criatividade e qualidade em seu portfólio de produtos inovando a cada dia.
Sua fábrica sediada em Volta Redonda, Rio de Janeiro, está equipada com o que tem de melhor em equipamentos para fabricação de cervejas artesanais e toda estrutura necessária para distribuição de chopp e cervejas em garrafa.

http://www.misturaclassica.com.br/

MAGNUS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Carlos Magno é um cervejeiro caseiro que após muita luta conseguiu criar sua cervejaria. Com sócios, ele abriu a Magnus Beer em Socorro, interior de São Paulo, e hoje produz diversos estilos baseados em suas receitas caseiras, como a English Pale Ale e a Red Ale.

Desde suas primeiras levas, em 2007, Carlos vislumbrou a possibilidade de lucro, e ao mesmo tempo, paixão pela produção. Foi, então, uma longa busca para conseguir realizar seu sonho e dar escala para suas produções.

http://www.magnusprimebeer.com.br/

MADALENA (CEPP) - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE

Fundada em Janeiro de 2012, em Santo André, estado de São Paulo, a Cervejaria Premium Paulista (CEPP) tem como atributo principal, a qualidade de seus produtos, que são elaborados com receitas artesanais, utilizando tecnologia de ponta.

Os produtos são elaborados com técnicas exclusivas, insumos importados e processos padronizados para assegurar o melhor resultado, sempre respeitando a preservação do meio ambiente.

http://www.cervejariapremiumpaulista.com.br/

INVICTA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Ribeirão Preto é a terra da cerveja! E, nesse berço riquíssimo de grandes marcas e deliciosos sabores, surgiu a Cervejaria Invicta, genuinamente ribeirão-pretana. Com uma história que já nasce grande, devido à experiência de mais de 13 anos do mestre cervejeiro Rodrigo Silveira na criação de receitas gourmets para apreciadores de boas cervejas, a empresa conquistou cinco medalhas no primeiro semestre de 2013 e uma no segundo.

Desenvolvidas por Silveira, as opções são para todos os gostos: Pilsener, Weiss, German Pilsener, Imperial India Pale Ale, India Black Ale e Imperial Stout. E as novidades continuaram em 2013 com o lançamento da cerveja colaborativa Saison à Trois entre Invicta e 2Cabeças, e a Invicta Imperial India Pale Ale 1000 IBU, o lançamento mais comentado do ano.

http://www.cervejariainvicta.com.br/

domingo, 9 de novembro de 2014

INSANA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Cervejaria da cidade de Palmas no Paraná fundada em janeiro de 2001. 

Medalha de ouro no Festival Nacional da Cerveja em 2013 no estilo Brown Porter com a Insana Chocolate Porter e Medalha de prata no Festival Nacional da Cerveja em 2013 no estilo Heffeweizen com a Insana Weizen

http://www.cervejainsana.com.br/

FRAGA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


O projeto embrionário da cervejaria surgiu em 2004, quando Sergio Fraga, um grande apreciador de cervejas de qualidade, começou a estudar por conta própria os diversos estilos existentes, suas nuances e características. 

Durante um tempo, acalentou a idéia de fabricar em casa sua própria cerveja. Para isto, recorreu a diversos livros e sites especializados, juntando o conhecimento técnico para fabricar artesanalmente os equipamentos necessários. 

Com a adesão de mais três amigos em 2007, surgiu o projeto da fábrica que em 2013 iniciou suas atividades comerciais, com o lançamento da Fraga Weiss.

http://www.cervejariafraga.com.br/

DOM HAUSS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A Cervejaria Dom, aberta este ano em Araquari, SC, é mais um sonho de jovens sócios que descobriram há pouco tempo o mundo maravilhoso de cores, aromas e sabores das cervejas artesanais. Contando com a experiência de profissionais que trabalharam na Baden Baden, na Devassa e na Brahma, os jovens sócios lançam no mercado de cervejas artesanais nacionais as Cervejas Dom: Dom Pedro, Dom Casmurro , Dom Quixote e Dom Doca. 

Uma das novidades da Dom Haus é uma linha da bebida dedicada às mulheres, que até então não existia no Brasil. A Dom Doca é uma Blond Ale de estilo belga, com mirtilo, framboesa, uva e amora na sua composição. O resultado é um gosto suave no final da bebida, apesar de um teor alcoólico mais elevado.

http://cervejariadomhaus.com.br/

COLORADO - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Chiclete com banana, futebol com arte, café com leite, rock com maracatu, cravo com canela, muqueca com leite de coco, solos de guitarra com tambores de candomblé. É na graça e no sabor da mistura que o Brasil é mais Brasil. E é na harmonia de tantos brasis, que a Cerveja Colorado encontra a essência do seu inconfundível sabor artesanal.

Uma cerveja feita de diferentes ritmos, culturas e sotaques, harmonizando receitas universais com ingredientes tipicamente brasileiros, como café, rapadura, mandioca, mel e castanha do pará. Uma cerveja que de tão plural, tornou-se única. E, de tão brasileira, tornou-se internacional.

A Colorado foi um dos destaques da premiação do Festival Brasileiro da Cerveja de 2014 em Bluemenau (SC). A cervejaria de Ribeirão Preto (SP) conquistou o maior número de medalhas de ouro na segunda edição do concurso do evento.

http://www.cervejariacolorado.com.br/home

CIDADE IMPERIAL - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Fundada por um dos membros da Família Imperial Brasileira, a IMPERIAL PREMIUM BIER desenvolve cervejas com ingredientes selecionados, receitas especiais e a mais pura água de Petrópolis, desde 1997. a fábrica segue em todos os processos de produção a famosa Lei de Pureza (Reinheitsgebot) para sempre oferecer aos clientes produtos exclusivos para momentos especiais.

http://www.cidadeimperial.com.br/home/

CEVADA PURA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Dois jovens empreendedores do interior do estado de São Paulo – Carlos Alberto Colombo e Alexandre Augusto Peres Moraes - resolveram investir na produção de cerveja, respeitando o produto e exigindo a qualidade dos ingredientes. A escolha do local para instalar o empreendimento foi criteriosa. No final de 2000 visitaram Piracicaba e decidiram que esta seria a cidade ideal pela sua pujança. A fábrica abriu suas portas no dia 19 de setembro de 2001, e até então com o objetivo de pensar em melhorar, sempre!

http://www.cevadapura.com.br/acerveja.html

BURGMAN - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A Cervejaria Burgman foi inaugurada em 2010, na cidade de Sorocaba - SP e hoje é uma das empresas do ramo que mais cresce no país produzindo em torno de 100 mil litros por mês. Seus produtos podem ser encontrados em diversas cidades brasileiras.

A Burgman constantemente lança novas cervejas de diferentes estilos, dos mais tradicionais aos inovadores.

http://www.cervejariaburgman.com.br/

BODEBROWN - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A Bodebrown é uma das cervejarias especiais mais reconhecidas na América do Sul. Vencedora de vários prêmios, incluindo o importante Trophy Gary Shepard de maior revelação no Australian International Beer Awards, utiliza os melhores produtos nacionais e importados para a produção de suas cervejas. Além disso, a Bodebrown é a primeira cervejaria escola do Brasil.

http://bodebrown.com.br/
https://www.facebook.com/bodebrown

BACKER - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Fundada em 1999 e registrada em cartório como a primeira cerveja artesanal de Minas, a cervejaria Backer é uma empresa familiar, que nasceu da iniciativa dos irmãos Halim e Munir Lebbos para suprir uma grande demanda de cervejas especiais no Brasil. Iniciava-se a quebra do paradigma de que somente as grandes cervejarias poderiam fabricar cerveja com tecnologia e qualidade. O local escolhido não poderia ser melhor, no Bairro Olhos d'Água, aos pés da Serra do Curral, com todo o charme do mais belo e importante cartão postal de Belo Horizonte.

http://www.cervejariabacker.com.br/home

PROVÍNCIA - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Uma cerveja gaúcha com jeito uruguaio. Produzida com lúpulo importado e ingredientes cuidadosamente selecionados. 

A Cerveja Província é produzida em um moderno parque fabril na cidade de Santa Maria, na BR 392 – Km 5, ocupando uma área de 10 hectares e uma área construída de 12.000 metros quadrados.

http://cervejaprovincia.com.br/inicio/

JACOBINUS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A cervejaria foi fundada por monges, há muito tempo atrás. Lá em 1369 no Mosteiro de Eschwege, Alemanha. O mestre cervejeiro fundador da Jacobinus, Christian Flender, usa um ingrediente especial para manter qualidade e tradição: a paixão pela cerveja e pela produção. Em 1839 a cervejaria foi comprada por uma família que a administra até hoje, pela 5º geração.

http://jacobinus-cerveja.jimdo.com/
https://www.facebook.com/Jacobinuscervejas

AMPOLIS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Uma homenagem e um presente oficial da família do Mussum, para os apreciadores de uma boa risada e agora duas belas cerveja, visto que recentemente lançou a Cacilds. Saúdis!

Um dos comediantes mais famosos do país, Mussum morreu em 1994. Porém, a forma de falar do personagem continua viva na memória de muitos fãs. O nome das cervejas são uma homenagem ao jeito Mussum de ser.

A Brassaria Ampolis tem, entre seus sócios, Sandro Gomes, filho de Mussum.

http://www.brassariaampolis.com.br/
https://www.facebook.com/BrassariaAmpolis

BIERLAND - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE

A Cervejaria Bierland surgiu da iniciativa de três sócios. Diversos produtos passaram pelos planos. Entretanto, nenhuma opção tinha levantado a curiosidade e entusiasmo, foi quando surgiu a ideia de fabricar cerveja.

A ideia da cervejaria culminou em diversas pesquisas, quando finalmente em agosto de 2003 foi inaugurada a Cervejaria Bierland, traduzindo o nome significa "Terra da Cerveja" uma homenagem a Blumenau, cidade onde está localizada a cervejaria. A fábrica da Bierland está instalada no bairro Itoupava Central, um dos bairros que ainda concentra grande número de descendentes alemães. 

A partir do ano de 2011 a cervejaria iniciou a participação em concursos internacionais de avaliação de cerveja. No mesmo ano foram recebidas duas medalhas no Australian International Beer Awards, três na Copa Cervezas de América e uma no European Beer Star.
http://www.bierland.com.br/

BESTEN - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE

Sílvio Lima e Sumerica Lima atuam com Gupo multi-setorial de gasolina, restaurantes, lanchonetes e auto Center. Eles mudaram o ramo de sua vida por causa da bebida feita de lúpulo, malte e leveduras que é a predileta dos brasileiros. Graças a empreendedores como esses, Minas Gerais ocupa hoje o segundo lugar em produção de cervejas artesanais do país, perdendo apenas para Santa Catarina.

A aposta agora é um Itaperua. Com um brewpub do Grupo Minutus, a Besten, que em alemão significa "o melhor" e é esta a filosofia dos diretores, entregar um excelente produto para Itaperuna e região. Atualmente os brewpub já são 1000 uniades em todo mundo. Brewpubs são bares que produzem a própria cerveja no local e só as vendem ali mesmo. No caso da Besten, haverá um serviço de delivery para valorizar festas e eventos e todos os tamanhos.

Com a supervisão de Kátia Jorge e Otton Borges, os mesmos criadores da Devassa, marca artesanal de tanto sucesso que acabou sendo comprada por uma multinacional, Itaperuna ganha , uma cervejaria no melhor padrão existente. 

http://bestencervejaria.com.br/

BROOKLYN - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE



Hindy aprendeu a fazer cerveja durante um curso de seis anos em diversas nações do Médio Oriente, como Arábia Saudita e Síria. Após retornar para sua casa em Brooklyn em 1984, ele e Potter, seu vizinho no andar térreo do Park Slope, abandonaram seus empregos e fundaram a cervejaria. 

A dupla contratou o designer gráfico Milton Glaser, mais conhecido como o criador do logo para a campanha I Love New York, para criar o logo e identidade da cervejaria. Desde 1994, Garrett Oliver é o mestre cervejeiro.

http://brooklynbrewery.com/

BADEN BADEN - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Do sonho de quatro amigos de produzirem uma cerveja diferenciada, nasceu a microcervejaria Baden Baden. Mais do que apreciar uma cerveja preparada com ingredientes altamente selecionados, Baden Baden é uma experiência única de harmonização, amizade e celebração.

É uma cerveja brasileira, localizada no município de Campos do Jordão, no estado de São Paulo. A cervejaria, fundada em 1999, foi construída em estilo alemão para fabricar cervejas artesanalmente. Atualmente pertence ao portfólio da Brasil Kirin.

http://www.badenbaden.com.br/
https://www.brasilkirin.com.br/produto/baden-baden

961 BEER - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


Acredita-se que a cerveja foi descoberta em torno de 9.000 A.C na região onde atualmente é o Oriente Médio. Com tanto tempo na área, seria de se esperar que a tradição cervejeira fosse grande. Mas ironicamente não é. Hoje a maior parte da bebida consumida no local é sem álcool, em razão da maioria de religião islâmica. As poucas exceções são cervejas maisntream. Para mudar essa realidade, a 961 Beer nasce em 2006, logo após um período de guerra, como a única cervejaria artesanal do Líbano e uma das poucas em todo o Oriente Médio. E a despeito de todas as dificuldades, está hoje em pleno funcionamento.

As cervejas são todas feitas dentro dos estilos clássicos, e algumas vezes com ingredientes locais. São também todas de alto drinkability, permitindo que sejam degustadas em maior volume sem problemas.

http://www.961beer.com/

DUAS CABEÇAS - CERVEJARIA CONFIRMADA NO MONDIAL DE LA BIÈRE


A 2cabeças foi fruto da paixão de cervejeiros que queriam lançar suas criações mesmo sem uma grande estrutura por trás. Hoje o cenário é diferente. Suas cervejas conquistaram o mercado e a realidade é de uma cervejaria consolidada e com planos ambiciosos para o futuro.

http://www.2cabecas.com.br/


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

COMO BEBEMOS CERVEJA AO LONGO DOS ANOS

Estou reproduzindo um excelente post escrito por Fabricio Santos do site FullPint. Vale muito a pena a leitura. Eu me identifiquei bastante!

Como bebemos cerveja ao longo dos anos

Como bebemos cerveja ao longo dos anos que se passam? Já parou pra pensar nisso? Não me lembro de ter visto por ai o pensamento nostálgico que tive e que me inspirou a escrever isto, além de uma publicação norte-americana que também me fez lembrar de várias passagens bacanas da evolução de como bebemos cerveja.

A maioria de nós começa a vida etílica pela cerveja. Seja com o dedinho no copo do pai, seja com o irmão mais velho, seja com os amigos mais “descolados”. Infelizmente é assim que muita gente acaba seguindo caminhos que não são desejáveis e, por isto, eu que sou pai de 2 lindos garotões pretendo “encaminha-los” de uma forma natural e saudável. Mas ao menos na minha época, tudo começava assim:

Beba quente, com pressa, escondido


Primeiro bebemos em segredo. Bebemos escondido dos nossos pais, longe dos professores e da forma mais indigna possível – não importa o quão quente estivesse a cerveja, se é que poderíamos chamar aquilo de cerveja… E era ótimo assim.

Copo? Vai no gargalo, vai na lata mesmo…



Festas, festas e mais festas… Agora a cerveja já está “trincando” de gelada e, seja na festa da faculdade, na danceteria com os amigos, na porta da loja de conveniência… A quantidade continua importando e você consegue já criar uma certa resistência e tolerância ao álcool, mas continua bebendo qualquer coisa que coloquem no seu copo… plástico… e se não tem copo, vai no gargalo, na lata mesmo. Muita gente teve sérias doenças por conta desta prática não muito higiênica. Sem esquecer a fatia de limão gargalo a dentro.

Quantidade é tudo!



Vai para praia? “levarei 30 fardos de que desce redondo!” Vai na casa de um amigo? “Levarei 30 das retornáveis, brancas de tão gelada!” Vai passar a lei seca eleitoral sem beber? “Jamais! comprei 2 caixas que já tão no freezer!” Freezer alias era um eletrodoméstico comum em muitas casas, por conta dos absurdos que existiam nos anos 70/80 com a famigerada “fila da carne” e que foi bem (hoje não sou dessa opinião) aproveitados para a cerveja. Era comum explosões de garrafas e lambança dentro daquelas caixas brancas. Conheço pessoas da minha idade que ainda estão neste estágio. E a grande maioria dos que são mais velhos que eu, nunca sairão desta fase.

O despertar da ingenuidade


“Aqui o chope é servido sem colarinho e é sempre de Agudos (Agudos, pra quem não sabe, é uma cidade famosa por fazer a que desce redondo descer melhor por conta da água…)” OK, continuávamos ingênuos ainda, mas já era um bom começo tentar escolher onde ir por conta da cerveja. Ainda que fosse sempre a mesma cerveja amarelo palha que dava a mesma dor de cabeça. Ao menos começávamos a “beber socialmente” e o copo aqui já existia e, apesar de gostar da caneca congelada, a tulipa era mais barata e sem querer era o correto footed pilsner. Um pingado era um charme. E o ferrugem então? Puxa vida como aquilo era bom.

A descoberta da Cerveja Artesanal


Pouco tempo depois que começamos a passar bastante tempo em bares e tinha idade pra isso acontecer, começamos a apreciar a glória de cerveja artesanal. Os objetivos passaram de tentar consumir tanta cerveja quanto humanamente possível para tentar consumir tanta cerveja boa quanto humanamente possível. E então o choque de realidade que tivemos começou à nos fazer entender que uma cerveja com muita carga de malte (além do álcool) é algo que alimenta, e muito. É o equivalente à pensarmos num prato cheio de macarrão de arroz e o mesmo prato cheio de macarrão de ovos e com aquele enorme molho a bolonhesa. A quantidade é a mesma, mas a potência é arrebatadoramente maior. Portanto os “dois fardos” passam, ainda nesta fase, a três ou no máximo quatro garrafas de 500 ml de Paulaner. As cagadas acontecem ainda com frequência, mas seu paladar (e sua barriga) estão ficando afiados (veja bem não é “afinados”) e propensos a exigirem sempre algo melhor.

Fases da Cerveja Artesanal


Outro dia estava eu em frente à gondola (que os supermercados insistem em colocar as “cervejas especiais” das mainstreams junto) admirado como aquilo mudou em questão de 3 ou 4 anos e ouço a conversa alheia: “nossa, esta cerveja é uma pancada sem igual, deixa você tortinho!” Ao afastarem da “cerveja pancada” noto tratar-se de uma Colorado Indica que eu também achava uma pancada sem igual. Pra dizer a verdade ainda acho, mas por outros motivos. As fases das Artesanais são fantásticas! Lembro bem o tanto que odiei minha primeira Schiehallion e que ainda reclamei do preço. Lembro, quando já educado com o amargor, o sofrimento que era convencer um amigo à provar uma boa IPA. E foram muitos que eu conquistei. Alguns nem amigos são mais e até fazem cerveja por pura influência da amizade antiga.


Dai vieram as azedas! A fase sour creio eu ser o ápice do cervejeiro. Como já disse antes, minha primeira Cantillion foi pro lixo. É a mais difícil e a mais demorada de se educar, mas uma vez apaixonado pelas nuances de uma sour ou uma lambic… Você nunca mais se desprenderá daquilo e falará de boca cheia como são excelentes (mesmo que você ache uma bela porcaria). E todos em volta torcerão o nariz

A inevitável nostalgia


Eu acabei escrevendo este texto por conta mesmo da nostalgia. Como já disse, tenho 2 filhos e vou à muitas festas infantis. Tirando os cervejeiros que tem filhos, os demais amigos que são pais só servem as “loiras geladas”. A maioria deles está lá na fase do “quantidade é tudo”.
Mas quer saber? É muito legal estar cercado de amigos e beber qualquer coisa, só pra lubrificar o papo.

Tempos atrás eu era arredio à isso e ficava sem beber nestas ocasiões. Que babaca eu era. Hoje frequento qualquer ambiente (não os escolho somente por conta do que beberei) e bebo cervejas de 2 a 600 Reais. E hoje as de 2 Reais não precisam ser mais quentes e escondidas, às pressas.

Sejam felizes e não tirem da cerveja àquilo pra que ela veio ao mundo: a diversão.

Saúde!
Como bebemos cerveja ao longo dos anos
Publicado 29/10/2014 | Por Fabricio Santos

Fonte: http://fullpint.com.br/como-bebemos-cerveja/

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Estado Islâmico complica vida de amantes de cerveja de Bagdá

Heineken: o preço de uma lata da marca subiu de US$ 1 para US$ 5

Está difícil para os consumidores de cerveja de Bagdá. Além dos tiros e perseguições, eles têm visto os preços subirem desde que os militantes do Estado Islâmico tomaram grandes áreas no norte do Iraque em junho e proibiram as bebidas alcoólicas.

Os embarques de bebida alcoólica em direção à capital iraquiana precisam desviar do território do Estado Islâmico e passar por um corredor de postos de controle da milícia xiita, onde homens armados exigem dinheiro por cada caminhão, segundo os comerciantes.

O preço de uma lata de Heineken subiu de US$ 1 para US$ 5 e uma garrafa do popular uísque Black Jack produzido ilegalmente saltou de US$ 15 para US$ 50.

“Beber é a nossa única saída para esquecer o caos, mas ficou muito caro”, disse o empresário Laith Nadhum, 42, por telefone, de Bagdá.

O Estado Islâmico, um grupo dissidente da al-Qaeda, declarou um califado em áreas sob seu controle, que incluem partes do norte do Iraque, e decretou medidas brutais contra a comunidade cristã do país, que tradicionalmente vendia bebidas alcoólicas.

Embora o Islã proíba o álcool, Bagdá tinha um cenário florescente de bebidas alcoólicas no passado. Consumidores de todas as religiões antes se reuniam na rua Abu Nuwas, ao longo da margem leste do Tigre.

“Estamos perdendo cada vez mais os nossos clientes por causa da situação de segurança. Muitos deles fugiram do país”, disse Saad, um cristão que gerencia uma loja de bebidas alcoólicas no distrito de Karrada, em Bagdá, e que pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome por razões de segurança.

‘Sem opção’

Os comerciantes de bebidas alcoólicas, que já eram alvos fáceis dos militantes nos últimos anos, estão pagando US$ 15.000 por caminhão para os líderes da milícia xiita que controlam as estradas para a capital, disse Anwar al-Yezidi, um distribuidor de bebidas, por telefone, de Bagdá.

As principais rotas para os comerciantes iraquianos importarem bebidas alcoólicas eram a Jordânia e a Turquia. A primeira atualmente está completamente fechada porque os caminhões tinham que atravessar a província de Anbar, largamente controlada pelo Estado Islâmico.

Os caminhões que transportam bebidas da Turquia foram forçados a usar estradas antigas e sem pavimento através de regiões curdas ao longo da fronteira iraniana para áreas controladas por milícias xiitas, fazendo a volta em torno da cidade, disse al-Yezidi. “Não temos outra opção a não ser pagar a eles para trazer as bebidas para os nossos clientes”, disse ele.

Quando os militantes do Estado Islâmico tomaram Mosul, eles atacaram a comunidade cristã da cidade, forçando milhares de pessoas a fugirem, segundo Emile Shimoun Nona, arcebispo caldeu de Mosul.

Ataques em Bagdá

As lojas de bebidas alcoólicas de Bagdá também foram atacadas várias vezes, o que obrigou muitas a fecharem e os preços a subirem. Em dezembro, homens armados atacaram várias lojas e mataram nove pessoas.

“Nada é de graça, os donos pagam resgates e dão bebidas alcoólicas grátis para esses postos de controle militar em troca de proteção”, disse Ahmed Shukur, morador do bairro Ameriya, no oeste de Bagdá, ele mesmo um consumidor.

A ameaça de ataques tem forçado muitos consumidores a beber em lugares fechados ou em clubes sociais exclusivos, que são protegidos por empresas de segurança privada e cobram um ágio. Com um toque de recolher em vigor em toda a cidade, esses clubes fecham às 23h30.

Shukur, que pagava US$ 1,50 por uma garrafa de uma imitação de vodca, agora ele gasta US$ 5 e se depara com a perspectiva de beber menos. “Beber ficou realmente inviável”, disse ele, em entrevista por telefone.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/com-ie-iraquianos-nao-podem-nem-beber-cerveja-para-esquecer

terça-feira, 4 de novembro de 2014

STOUT DAY - 6 DE NOVEMBRO É DIA DE CELEBRAR O ESTILO STOUT


O Stout Day é uma celebração mundial da cerveja do estilo icônico, Stout. Pode ser celebrado em casa, bares, cervejarias e restaurantes; é tudo sobre a comemoração da revolução da cerveja artesanal, saboreando este estilo de cerveja tão amada. Você deve compartilhar fotos, notas de degustação e eventos marcando os posts nas redes sociais com #StoutDay.

O evento é comemorado todo ano na primeira quinta-feira de novembro. Este é a quarta edição do evento que ocorre principalmente nas redes sociais.

A Stout é uma cerveja escura, com malte torrado, derivada das Porters. As características deste estilo podem variar muito de rótulo para rótulos, principalmente porue atualmente existe um grande número de sub-estilos como Imperial Stouts, Scotch Stouts, Oatmeal Stout, Chocolate Stout, Russian Stout, entre outros.
Para obter maiores informações acesse: http://www.stoutday.com/

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

BODEBROWN LANÇA NOVA CERVEJA DE GUARDA

A Wee Heavy Wood integra série de versões envelhecidas em madeira


A edição é comemorativa da primeira cerveja produzida pela curitibana Bodebrown (Foto: Divulgação)

A segunda cerveja da série Wood Aged da Bodebrown, que traz versões envelhecidas em madeira e com grande potencial de guarda, chega ao mercado em dezembro. Trata-se da Wee Heavy Wood Aged Series, uma edição comemorativa da primeira cerveja produzida pela fábrica curitibana. A pré-venda poderá ser realizada a partir desta segunda-feira (4/11) pelo site da fábrica (www.bodebrown.com.br).

A Wee Heavy completa cinco anos de lançamento. Nesta edição limitada, ela passou seis meses em dornas de madeira nacional Amburana, da cachaçaria gaúcha Weber Haus. Serão apenas 3 mil garrafas, safradas e numeradas, criando um item de colecionador ideal como presente de Natal.

Samuel Cavalcanti, que fundou a empresa ao lado do irmão, Paulo, explica: “Unimos a alma de uma cerveja tradicional da Escócia, com malte daquele país do tipo Peat, ao envelhecimento em madeira brasileira, utilizando uma dorna (espécie de barrica com capacidade para 750 litros) de cachaça”. A Wee Heavy, além de ser a primeira cerveja da Bodebrown, foi pioneira do gênero no Brasil ao introduzir o estilo escocês. Esta cerveja já foi exportada para Canadá, França e Austrália, e ganhou diversos prêmios, incluindo duas medalhas de ouro no Mondial de La Bière no Canadá, em 2011 e 1012. (para conferir o ranking das cervejas premiadas brasileiras, clique aqui)

A Wee Heavy leva sete maltes em sua produção, com destaque ao peat-smoked, estilo turfado de malte. Ela ganha também uma levedura tradicional da Escócia, produzida na Califórnia. A cerveja de coloração rubi e fermentação lenta apresenta notas de cereja, frutas vermelhas, especiarias, tâmaras, ameixas e uvas passas. A levedura escocesa combinada com o aroma particular da madeira Amburana, utilizada anteriormente pela cachaça Weber Haus, cria um sabor único. “Esta produção envelhecida renova a experiência sensorial da cerveja com uma viagem por sabores dos dois países”, resume Cavalcanti.

Ao passar pelo processo de envelhecimento nas dornas de Amburana, de 750 ml, a nova versão da cerveja ganha grande potencial para ser guardada e degustada anos depois. “Terá facilmente uma validade de mais de 10 anos, sendo seu consumo ideal a partir de 2018”, informa Cavalcanti. “Por causa do envelhecimento, ela ganha novas propriedades, que modificam o sabor ao longo dos anos, enriquecendo o paladar”.

Este potencial de guarda, característica bem conhecida no mundo dos vinhos, é inovador e amplia a capacidade sensorial da cerveja. A edição especial, safrada e com garrafas numeradas, marca a exclusividade da Wee Heavy Wood Aged Series. Ela poderá ser comprada nas condições de Colecionador e Taça Thistle, tradicional taça escocesa. “Esse mercado de colecionadores de cerveja que vêm surgindo revela o potencial das artesanais”, afirma Cavalcanti.

Série envelhecida

A primeira cerveja da série envelhecida em madeira da Bodebrown foi a Double Perigosa Wood Age Series Cabernet Sauvignon 2014. Lançada em setembro, vendeu toda sua produção de 3 mil garrafas em poucas semanas. Em sua fase final de elaboração, passou por quatro meses de fermentação e nove em barricas de carvalho francês, utilizadas anteriormente por vinhos da Serra Gaúcha. As cervejas desta série foram criadas pensando num consumo “sem pressa”, como conclui Cavalcanti. “São bebidas que podem ser apreciadas daqui a cinco, dez anos, bastando serem armazenadas em adega, a 12 graus centígrados”, explica. “O ideal é comprar três: uma para se beber este ano, outra em 2019 e a terceira lá em 2024. São cervejas complexas e estruturadas, que vão ganhando sabor com o tempo”.

CERVEJARIA NACIONAL PROMOVE TROCA DE CERVEJAS CASEIRAS


O evento, intitulado Dia do Escambo, comemora o Learn to Homebrew Day e ocorre em 5/11

Homebrewers são convidados a trazer cervejas caseiras para uma degustação coletiva e troca de experiências (Foto: Antonio Rodrigues)

Com o objetivo de reunir cervejeiros, a Cervejaria Nacional, brewpub de São Paulo (SP) promove uma grande troca de cervejas caseiras. Intitulado do Dia do Escambo, o evento ocorre em 5 de novembro, das 17 às 21h, nas instalações da fábrica bar.

Cada cervejeiro caseiro é convidado a trazer suas cervejas produzidas em casa para uma grande degustação. Esta é uma oportunidade para provar e trocar receitas exclusivas e inéditas. A atividade é gratuita e acontece no segundo andar da Cervejaria. Para participar não é necessário fazer inscrição.

O Dia do Escambo é uma homenagem da Cervejaria Nacional ao “Learn to Homebrew Day”, o dia de aprender a fazer cerveja em casa, criado pela American Homebrewers Association (AHA) e comemorado em 1º de novembro.

Além das trocas de cervejas caseiras, o brewpub recebe em suas torneiras 60 litros da IPA brasileira (Foto: Divulgação)

Além das trocas de receitas caseiras, a fábrica bar recebe em suas torneiras 60 litros da B’IPA, a versão brasileira do estilo India Pale Ale, criada pela Sinnatrah Cervejaria-Escola núcleo de cervejeiros, localizado no bairro da Pompéia, também em São Paulo.

Exclusivamente neste dia, a sazonal será servida com um filtro contendo lúpulos em flor para produzir um aroma fresco.

Serviço
O que: Dia do Escambo
Quando: 5 de novembro, das 17h às 21h
Onde: Cervejaria Nacional (Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros, São Paulo/SP)

Fonte : Revista Beer Art

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sábado, 1 de novembro de 2014

Gouden Carolus Tripel - Degustação nº 99


A cervejariaHet Anker, da cidade belga de Mechelen, tem origens que remontam mais de 600 anos. A família Van Breedam assumiu o comando em 1873 e continua a dar as cartas nos dias de hoje (com Charles Leclef à frente).

Cerveja elaborada na cidade de Mechelen, Bélgica, desde 1369. Apesar da tecnologia de fabricação de cerveja moderna, esta cerveja é produzida de acordo com antigas tradições. Ela reúne, hoje como no passado, os melhores produtos da Bélgica: ingredientes nobres e lúpulos apenas de origem belga. É amadurecido longamente na adega e garrafa. É tradicionalmente de alta fermentação e é 100% pura. Em 2002 esta cerveja ganhou o Gold Award na Cerveja Copa do Mundo, San Diego, EUA, na categoria "Triple".

Cervejaria: Brouwerij Het Anker
Origem: Bélgica
ABV(%): 9
Estilo: Belgian Triple
Embalagem: Garrafa de 330 ml

É uma cerveja de coloração âmbar, com corpo turvo e calmo. Sua espuma de cor de bege apresentou ótima formação, sendo cremosa e de longa duração, com uma boa transição de renda no copo e ausência de partículas.

No nariz malte intenso remetendo a caramelo e aroma frutado. O lúpulo surge leve e picante, cítrico e floral, bem equilibrado com o dulçor apresentado. Com os 9,0 % ABV, a percepção do álcool fica evidente ao aproximar o copo do nariz. O sabor é levemente adocicado e remete a frutado, caramelo e especiarias. O lúpulo picante contribui para equilibrar com o leve dulçor apresentado. 

O aftertaste é duradouro, equilibrado entre o doce e o amargo. O corpo entre leve e médio, além da pequena rescência conferem médio drinkability a esta cerveja, que adstringência tenra e boa textura. A percepção alcoólica é oportuna para o estilo. Uma excelente tripel, que ganhei da minha querida  e amada irmazinha Érica, de presente no meu aniversário. Realmente um super presente. Certamente vale a pena degustá-la outras vezes!

Santeie peye!
Araújo Junior

Brooklin East India Pale Ale - Degustação nº 98


Brooklyn tem sido sempre um refúgio para os imigrantes e empresários. No século 19, muitos dos imigrantes eram alemães que trouxeram com eles o gosto pela boa cerveja e sua tradição de produção de cerveja pela Reinheitsgebot, a lei de pureza que, desde 1516, tem legalmente vedada a utilização de quaisquer outros do que lúpulo, malte de cevada e trigo, água e levedura (introduzida mais tarde, visto que ainda não era conhecida). Brooklyn, juntamente com cidades como St. Louis e Milwaukee com grandes populações alemãs, tornou-se um dos centros de fabricação de cerveja mais importante da América em 1800.
A East Índia Pale Ale é de um dourado escuro feita com malte britânico e uma mistura de lúpulo com a escolha da variedade East Kent Golding.

Cervejaria: Brooklyn Brewery
Origem: Estados Unidos da América
ABV(%): 6,5
Estilo: India Pale Ale (IPA)
Embalagem: Garrafa de 355 ml

É uma cerveja de coloração âmbar avermelhada, com corpo calmo e claro. Sua espuma rasa de cor branca apresentou pequena formação com duração fugaz, com uma justa transição de renda no copo e ausência de partículas. 

No aroma, o malte remete a caramelo de forma média. O lúpulo está presente de forma intensa e é bastante cítrico e com toque de maracujá. Álcool equilibrado ao aproximar o copo do nariz. No sabor o malte continua remetendo a caramelo, que conferem um dulçor a cerveja que se equilibra muito bem com o amargor. A cerveja possui o característico amargor que o estilo pede, no entanto sem ser agressivo.

O retrogosto é duradouro e amargo. Corpo de leve a médio e rescência mediana conferem bom drinkability a esta cerveja. Sua textura é oleosa. A percepção alcoólica é oportuna. Muito boa IPA. Vale a pena degustar várias vezes.

Cheers!
Araújo Junior

Paulaner Münchner Lager Hell - Degustação nº 97


Esta Cerveja especial da Paulaner é a Cerveja do estilo Munich Helles mais vendida do mundo. Sua introdução no mercado foi a sensação no final do século XIX. É a Cerveja que encarna internacionalmente a cidade de Munique e a tradição cervejeira bávara, é a número um da Paulaner em termos de exportação.

Cervejaria: Paulaner Brauerei München
Origem: Alemanha
ABV(%): 4,9
Estilo: Munich Helles
Embalagem: Garrafa de 500 ml

É uma cerveja de coloração amarelo claro, com corpo límpido e borbulhante. Sua espuma de cor branca apresentou coroa pequena e de rápida dissipação, com uma justa transição de renda no copo e ausência de partículas. 

No aroma, presença de malte de forma leve remetendo a cereais e pão. O lúpulo também está presente bem leve, deixando a cerveja com pouco amargor. Álcool bem fraco ao aproximar o copo do nariz. O sabor acompanha o aroma com presença média de malte. O lúpulo confere leve amargor. 

O aftertaste é fugaz e levemente amargo. Corpo bem leve e rescência mediana conferem ótimo drinkability a esta cerveja, que não possui qualquer nível de adstringência, o que a deixa com a textura sedosa. A percepção alcoólica é oportuna. Uma cerveja altamente refrescante. Boa para beber em maiores quantidades.

Um brinde!
Luiz Araújo

Zehn Bier Pilsen - Degustação nº 96


A Cervejaria ZeHn bier foi fundada em 2003 pela família Zen, considerada uma família de empreendedores em Brusque. O nome ZeHn foi dado a partir de uma alteração do sobrenome, acrescentado da letra H, que corresponde à inicial do nome de Hylário Zen. A palavra “ZeHn” quer dizer “dez” em alemão, a pronúncia é “Tzehn”

A fabricação do Chopp e das cervejas ZeHn bier seguem as tradições germânicas, utilizando como matéria prima quatro ingredientes: o malte, o fermento, o lúpulo e a água, não são filtrados e não contém conservantes. Tudo feito artesanalmente e cuidadosamente zelado pelo Mestre Cervejeiro especializado na arte das cervejas.

Cervejaria: Zehn Bier
Origem: Brusque - SC (Brasil)
ABV(%): 4,6
Estilo: Pilsen
Embalagem: Garrafa de 500 ml

É uma cerveja de coloração amarelo claro, com corpo levemente turvo e borbulhante. Sua espuma de cor branca apresentou formação média e boa duração, com uma justa transição de renda no copo e ausência de partículas. 

No aroma, presença de malte de forma leve. O lúpulo também está presente bem leve, deixando a cerveja com pouco amargor. Álcool bem fraco ao aproximar o copo do nariz. O sabor acompanha o aroma. O lúpulo confere leve amargor. 

O aftertaste é fugaz e vai do dulçor ao leve amargor. Corpo bem leve e rescência mediana conferem ótimo drinkability a esta cerveja, que não possui qualquer nível de adstringência, o que a deixa com a textura aguada. A percepção alcoólica é oportuna. Boa opção para os dias de verão e churrasco com amigos.

Saúde!
Araújo Junior

PRIMEIRA META QUASE ATINGIDA!


Quando experimentei pela primeira vez uma cerveja especial (lembro que foi por acaso), nem imaginava onde isto iria parar. Isto aconteceu em outubro do ano passado. Depois dessa primeira experiência comecei a refletir sobre o que seria uma boa cerveja e principalmente a respeito das cervejas que eu bebia.

Aos poucos fui provando uma especial aqui, outra alie quando percebi já era início do ano de 2014 e eu havia seguido um caminho sem volta. Foi quando surgiu a ideia do Clube da Cerveja. 

Finalmente no mês maio  "projeto" saiu do papel e conseguimos realizar o 1º Evento do Ninkasi Beer Clube, mesmo aos trancos e barrancos.

Após mergulhar de cabeça no universo das cervejas especiais decidi estabelecer uma meta pessoal para este ano, ou seja, degustar 100 rótulos diferentes em 2014.

Cheguei ao número 99! Resta agora decidir qual será a cerveja de número 100...

Cheers!
Araújo Junior