Ninkasi, a Deusa da Cerveja

Ninkasi é a antiga deusa sumeriana da cerveja, que transformou uma mistura de água e cevada em um líquido dourado, conhecido hoje como cerveja.

Era uma deusa muito popular que fornecia cerveja aos deuses. Ela era considerada a própria personificação da cerveja.

sexta-feira, 14 de abril de 2023

Jundiaí entra na rota do turismo cervejeiro


Terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, no Brasil a bebida é responsável por 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 14% da indústria de transformação nacional, empregando mais de 2,7 milhões de pessoas, de acordo com dados da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja). Dados da entidade apontam ainda que o brasileiro consome, em média, 65 litros de cerveja por ano. Totalizando, aproximadamente, 15 bilhões de litros ao ano.

Essa paixão nacional pela cerveja também deu início a importante movimento: um boom de cervejarias artesanais por todo o país. Segundo levantamento realizado para o Anuário da Cerveja 2021, há 1.549 cervejarias registradas no país, distribuídas por 672 municípios brasileiros -- 166 a mais, na comparação com o ano anterior. Tanto pela qualidade do produto como pela quantidade de cervejarias, alguns desses municípios acabarem se transformando em destino turístico.

A cerca de 65 quilômetros da capital paulista, a cidade de Jundiaí é um exemplo de destino para o turismo cervejeiro, que tem sido cada vez mais procurado por pessoas de diferentes regiões do país. Com a participação de 15 produtores locais, a “Rota da Cerveja de Jundiaí” oferece aos visitantes degustações, harmonizações gastronômicas, shows ao vivo, visitação às fábricas, cursos e palestras sobre o processo de fabricação da bebida, entre tantas outras atividades.

“Essas rotas, hoje, concentram o maior conjunto de atrativos e de fluxo turístico do município. Com a rota da cerveja, fomentamos ainda mais o turismo em Jundiaí, aumentando e diversificando as opções de experiências para turistas que visitam nossa cidade, além de atrairmos um segmento de público que só cresce, que é o de apreciadores da cerveja artesanal. Nosso município só ganha com mais essa iniciativa”, afirma a diretora de Turismo de Jundiaí, Marcela Moro.


CERVEJA PREMIADA

Produzida pela cervejaria jundiaiense Giffa, a Sour Amarena ficou com a medalha de ouro da 11ª edição do Concurso Brasileiro de Cervejas (considerado a terceira maior competição do mundo no segmento cervejeiro), na categoria Berliner-Style Weisse.

Produzida a base de malte de trigo e com um frescor típico do estilo onde por uma fermentação secundária e controlada adquire uma acidez fina, lembrando até um espumante, a Sour Amarena possui um estilo clássico da Alemanha.

“Após muitos estudos, chegamos a esta receita, com uma característica única de ser levemente mais ácida e aromática que as normais. A Sour Amarena carrega a alma da Giffa”, diz Marcelo Giffoni, proprietário da cervejaria.

“Uma medalha de ouro para Jundiaí só fortalece a imagem de nossa cidade como produtora de excelentes cervejas e incentiva o fluxo turístico focado neste segmento”, comenta Marcela Moro, Diretora de Turismo.

Realizado em Blumenau no mês de março, o concurso recebeu, ao todo, 565 cervejarias de 25 estados, que apresentaram um total de 4.085 amostras.


OKTOBERFEST

Representantes das cervejarias de Jundiaí se reuniram recentemente com o gestor de Governo e Finanças da Prefeitura de Jundiaí, José Antonio Parimoschi, para discutir uma proposta de realização da já tradicional festa da cerveja na cidade.

A ideia é que ela seja feita nos mesmos moldes da Festa da Uva -- com entrada gratuita ao público, doações ao Fundo Social de Solidariedade, shows de artistas locais e da região, e a participação de empreendedores na área de alimentação.

“Jundiaí está abrindo novos horizontes no desenvolvimento turístico. Isso fortalece nossas rotas e circuitos, além de ampliar as cadeias produtivas locais e a geração de emprego e renda em nossa cidade”, afirma Parimoschi.


Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

Bebedouro Bar e Fogo estreia na cena gastronômica de BH neste sábado


No próximo sábado, dia 15 de abril, a Pampulha vai ganhar um bar especial, especializado em carnes e valorizando os drinks e cervejas artesanais. Com vista panorâmica para a famosa Igrejinha da Pampulha e para a roda gigante do Parque Guanabara, valorizando a represa que desde 2016 faz parte do patrimônio mundial da Unesco.

A gastronomia e a decoração são destaques da proposta principal. Uma parrilla foi idealizada por Diogo Manfredini, proprietário da casa. Ela utiliza vergalhões e ferragens e foi totalmente projetada por ele. E nesse equipamento, praticamente todos os pratos serão elaborados. Uma cozinha a base de fogo, como é tendência atualmente. O local é intitulado um bar de fogo.

No cardápio, entre as opções bovinas, tem picanha, fraldinha com mostarda, mignon com gorgonzola, T-Bone, tomahawk com manteiga de ervas são as opções feitas neste equipamento. Há ainda ostras, trazidas de Santa Catarina, gratinadas clássicas e também com bacon. Uma mistura exótica. Outro destaque é o pernil de cordeiro e a tulipa de frango a moda italiana. Nas grelhas ainda é preparado o salmão. A linguiça artesanal é servida em formato caracol e tem e a clássica panceta também é uma aposta. O Bacon é destaque. Ele é preparado com açúcar mascavo, que deixa ele crocante e realça o sabor.

Nas entradas tem as tostadas, torradas de salmão e também de tomate. Tem o croquete de carne, apontado como o melhor do mundo. Vale a pena. O camarão à romana, que vêm empanados com parmesão. Outras opções são o bolinho de bacalhau e as batatas rústica e a servida com pulled pork. Este último estrela um sanduíche com mozarela e sour cream. Tem um sanduíche de brisket com queijo canastra e vinagrete defumado. E o cheese burguer com costela e bacon.

O local é todo exclusivo, com móveis feitos por Diogo Manfredini, que também desenhou e executou todo o projeto da Fazenda Cervejeira, incluindo os lustres que impressionam pela beleza e criatividade.

O destaque da decoração é o paisagismo. Há três fontes de água em meio a folhagens exuberantes. Um clima de quintal, que inclui um galinheiro com velhos monitores de computador como ninhos onde as aves se abrigam. No local ainda haverá um cinema a céu aberto. Fora uma caminhonete Chevrolet dos anos 70, que foi transformada em tapping, com chopeiras e barris. Um charme. Há quatro lareiras espalhadas pela casa que receberão vinhos e espumantes no verão. Elas ficam instaladas no chão e podem ser reservadas para turmas, com serviço completo. No total, são 400 lugares em 1.400 metros quadrados.

No bar, chopes artesanais de Minas Gerais da Verace, Capa Preta e Stadt Jever. E muitos drinks exclusivos. São seis a base de gin, incluindo o Bebedouro, com xarope de grenadine, tônica, espuma de gengibre e pimenta rosa. Outros clássicos como o Kir Royale e Aperol Spritiz, mais quatro opções a base de vodca e outros a base de Jack Daniel’s e suas versões e mais caipis. Tem ainda o Tóquio Mule, com saque e espuma de gengibre. Pra fechar, mais duas opções não alcoólicas. Haverá ainda open wine em dias específicos.

O Bebedouro de BH é inspirado no homônimo de Curitiba, que foi inaugurado em 1977 no Largo de mesmo nome, no Largo da Ordem, local histórico da capital do Paraná. Um dos destaques da casa eram os camarões que também estarão no cardápio que vai chegar aos mineiros agora. O estabelecimento lá ficava ao lado do teatro e era frequentado por artistas e famosos. Dona Angela, que além de comandar a cozinha e a gestão da casa, fazia questão de ir a cada mesa e cantar uma música para alegrar os clientes. O bar funcionou até 1983 e marcou a história da cidade. 


Bebedouro Bar e Fogo

Sábado, 15 de abril, 11h

https://www.instagram.com/bebedourobarefogo/

Otacílio Negrão de Lima 1835 – São Luiz


Fonte: Primeiro Plano Comunicação

Dia mundial do Café (14/04) Hocus Pocus DNA lança cerveja Catatonia, um chope com aroma de café


A cervejaria Hocus Pocus DNA lança a cerveja Catatonia, servida na versão chope no bar, uma Imperial Pastry Stout que tem como destaque o aroma de café. Sempre trazendo novidades entre as torneiras, a bebida é servida por tempo limitado, enquanto durarem os estoques, para os clientes tomarem um chope mais encorpado nos dias de outono. A Catatonia é  produzida com uma nova versão da base de Stout dos Magos, combinando, além do aroma de café, as notas de chocolate e caramelo no blend, com uma base envelhecida, resultando numa complexidade única. Para finalizar, um toque de baunilha que parece mais um marshmallow, adicionando ainda mais personalidade, e com a impressão de ser uma sobremesa alcoólica.

Preços: Copo 200mL- R$26 (opção presencial)Preço: growler 1L - R$109 (opção delivery)

Copo 200mL- R$26 (opção presencial)

Growler 1L - R$109 (opção delivery)


SERVIÇO:

Rua Dezenove de Fevereiro, 186,

Botafogo – RJ. Seg, de 12h às 15h/ 18h às 23h; Terc e qua, de 12h às 23h; Qui, de 12h à 00h; e sex e sab, de 12h às 2h.

@hocuspocusdna https://hocuspocusdna.com/hocuspocusdna/


Fonte: À Juliana Comunicação

Cantu passa a ser a importadora exclusiva da grife de vinhos Albert Bichot no Brasil


A Borgonha, célebre região francesa, é famosa por prestigiar alguns dos melhores vinhos do mundo, entre eles, Albert Bichot, que a partir de agora passa a ser trazido para o Brasil com exclusividade pela Cantu Importadora. São 22 rótulos da marca que passam a integrar o portfólio da Cantu e que agradam desde os iniciantes no mundo do vinho que prezam por uma alta qualidade até os mais exigentes consumidores.   

“Albert Bichot vem para completar nossa estratégia de portfólio e fortalecer nosso trabalho de on trade, em restaurantes, que será um dos pilares para 2023 na Cantu. Além disso, são vinhos premiados e prestigiados em todo o mundo por ser uma das marcas mais importantes da Borgonha. Hoje, o mercado de Borgonha se resume em três ou quatro marcas e uma delas é a Bichot. O potencial deste vinho premium no mercado brasileiro é muito grande e o portfólio da marca é amplo, o que nos ajuda a posicionar e distribuir Bichot em uma grande quantidade de clientes”, diz Felipe Cesca, enólogo e coordenador de produtos da Cantu Importadora.

A Maison Albert Bichot tem mais de 100 hectares de vinhedos na Borgonha e foi passada de pai para filho desde 1831, quando Bernard Bichot fundou uma empresa de comércio de vinhos. Desde 1996, a empresa é comandada por Albéric Bichot, a sexta geração da família. “Embora respeite totalmente as tradições familiares, Albéric não deixa de lado a modernização da Maison Albert Bichot, por isso, vem investindo no desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias, entendendo que a qualidade do vinho e das uvas também depende disso”, conta Cesca.

Entre os rótulos de Albert Bichot que a Cantu passa a distribuir no Brasil, destacam-se os vinhos Chablis, C'est La Vie, Vosne-Romanée e Meursault. 

Chablis é um vinho branco, 100% Chardonnay, produzido no vinhedo Domaine Long-Depaquit, em Auxerre. As uvas usadas para fazer esse vinho vêm de um mosaico de terroirs que traz uma complexidade única. Uma bebida agradável, com um aroma de notas minerais, flores e frutas brancas, bem equilibrado com o leve toque de amêndoas.

Outro destaque é C'est La Vie, elaborado nas versões branco, tinto e rosé em Languedoc Pays d'Oc, no sudoeste da França. No branco, as uvas são Chardonnay e Sauvignon Blanc. Um vinho agradável e frutado, com notas de frutas brancas e cítricas frescas, além de um leve toque de herbáceo e mineral. O tinto combina 50% de Pinot Noir e 50% de Syrah, resultando num vinho fresco, com aromas de cereja fresca, pimenta preta e especiarias. Já o rosé, combina as uvas Syrah e Grenache e é um vinho fácil de beber com aromas frutados e florais. É uma linha que segue à risca o conceito da tradução de C'est La Vie, que significa “isso é vida”.

Já Vosne-Romanée, certamente estamos falando de um vinho para encantar, vindo de um dos mais renomados terroirs do mundo e a expressão máxima da Borgonha. Desta região saem alguns dos vinhos mais caros do mundo. Conhecido pela sua complexidade e potencial de envelhecer, quando jovem este rótulo demonstra aromas de frutas vermelhas com notas tostadas e defumadas, e com o passar do tempo evolui seus aromas para notas terrosas e trufas.

Não podemos deixar de falar do Mersault. Um dos vinhos brancos mais emblemáticos do mundo e símbolo da região, juntamente com Chablis. Sua elegância e estrutura, unidos a aromas que passam por frutas como pêssego, flores brancas, notas minerais e um ligeiro tostado, como baunilha, finalizam com um equilíbrio perfeito em boca.

Entre 2015 e 2020, Albert Bichot teve 93 vinhos inscritos no International Wine Challenge (IWC), conhecido como a competição anual de vinhos mais rigorosa. Todos foram selecionados e 98% dos rótulos receberam uma medalha ou troféu, incluindo o International Organic Trophy for Volnay 1er Cru Les Santenots Domaine Du Pavillon 2018. 

Os vinhos Albert Bichot variam de R$ 120 a R$ 3.000. 

 

Sobre a Cantu Importadora

Conhecida como a maior importadora de vinhos do Brasil, a Cantu possui mais de 18 anos de operação B2B e presença nacional em mais de 15 mil pontos de venda, com mais de 400 rótulos de vinhos renomados em seu portfólio. Seu propósito é trazer para o país grandes marcas de expressão mundial. Na gama de produtos, são mais de 50 produtores de 14 países. Apresenta valores e uma filosofia que permite à empresa trazer rótulos de vinhos de extrema qualidade, contando com sólida estrutura logística e capacidade operacional para atender todo o território nacional. A viabilidade da empresa estabeleceu-se através de fortes parcerias, firmadas com grandes vinícolas do mundo. Mais informações em https://institucional.cantuimportadora.com.br/.


Fonte: Hercog Comunicação 

Espumante pode ser apreciado de diferentes formas e combina com ocasiões que vão além das festas e comemorações


Já é tradição em qualquer comemoração o momento de brindar com um espumante para celebrar uma conquista, uma vitória ou a realização de um sonho. Mas a história dessa bebida onipresente em qualquer festa e evento começou há muitos anos, na França, no século XVII, na região de Champagne. A região já produzia vinhos tranquilos. Nesse período, os vinhos eram comercializados em tonéis, e por conta disso, tinham uma tendência efervescente, o que dificultava na hora de transportar para lugares mais distantes e na conservação. Sendo assim, em 1680, com a criação das garrafas pelos ingleses, ficou mais fácil comercializar o vinho.

Porém, os vinhos da Champagne passavam por uma segunda fermentação na garrafa, pressurizando e fazendo com que as rolhas fossem arremessadas para bem longe, além de explodir as garrafas. O monge benedito Don Pérignon era quem cuidava dos vinhos, e teve uma ideia para solucionar o problema: reforçar as garrafas. Dizem que quando ele abriu uma garrafa arrolhada ele ficou tão impressionado com a espuma da bebida que disse que estava bebendo estrelas. “No começo o espumante era uma bebida muito doce, que desagradava até alguns ingleses, os principais consumidores na época, então ocorreram algumas mudanças na produção e a criação da denominação brut, além de uma alteração na temperatura de armazenamento”, explica Ricardo Henriques, enólogo da Rio Sol.

O método de produção de espumante ficou conhecido como Champenoise, e ficou famoso no mundo inteiro. No século XIX, a bebida ganhou o status que ela possui até hoje e se tornou um símbolo de elegância. “A diferença entre o champagne e o espumante é apenas o local de produção, já que o champagne é produzido apenas na região de Champagne, na França”, pontua Henriques. No Brasil, a produção de espumantes começou em 1913, no Rio Grande do Sul. Apesar de ser uma bebida que possui uma forte ligação com festas e eventos, o espumante combina perfeitamente com outras ocasiões mais descontraídas, e tem sido visto com cada vez mais frequência em diferentes locais.

Por conta da acidez na medida certa presente na bebida, o espumante acaba sendo uma bebida versátil que pode ser consumido tanto com um acompanhamento ou solo, e combina com pratos leves ou até aqueles mais produzidos. “Como ele tem um teor alcoólico moderado, é leve no paladar, tem um perfil frutado e é servido gelado, é uma bebida apreciada por consumidores de diferentes idades e gostos por ser de fácil aceitação”, ressalta Henriques. O espumante brut é o coringa se a ideia é uma bebida para harmonizar com diferentes pratos. Já o demi-sec combina com aperitivos, enquanto que o espumante doce harmoniza com frutas e chocolates.

Apesar de também ser uma bebida que está sempre relacionada com o verão por ser servida em temperaturas baixas, o espumante também pode ser apreciado nos dias mais frios. Nesse caso, o ideal é optar por espumantes mais encorpados. E para quem não abre mão de saborear a bebida extremamente gelada no verão, uma técnica que pode parecer improvável para alguns pode ajudar a manter a bebida fria, que é colocar gelo na taça do espumante. “Essa técnica se tornou tendência no verão na Europa, porém, para colocar gelo na taça do espumante, é necessário que seja um vinho com sabor mais intenso, para evitar que ele fique muito aguado”, diz Henriques.

A taça mais indicada para apreciar um espumante e que conserva as bolhas presentes na bebida é a taça tipo flauta, que é mais alongada e com a boca estreita. A haste da taça deve ter um comprimento que seja possível segurar o copo através dela para evitar que a bebida esquente. E a tradição de sacudir o espumante antes de abri-lo não é indicada, já que isso pode prejudicar o sabor da bebida, além de perder parte do líquido que está na garrafa. “Seja na praia com os amigos ou então sozinho em casa assistindo um filme, o fato é que o consumo de espumante não deve ser apenas em grandes comemorações, pois é uma bebida que pode ser apreciada de diferentes formas e combina com diversas ocasiões”, finaliza Henriques.


Sobre a Rio Sol

A Rio Sol está localizada no Vale do São Francisco, na cidade de Lagoa Grande, em Pernambuco. A vinícola produz vinhos e espumantes, cujos rótulos vêm, cada vez mais, conquistando prêmios nacionais e internacionais.

A empresa pertence a Global Wines, com sede na região do Dão, em Portugal, produtora de vinhos reconhecida no mercado mundial pelo dinamismo e inovação, com grande diversidade de rótulos premiados entre os melhores da Europa.

Saiba mais através do site www.riosol.com.br


Fonte: Notícia Expressa Comunicação

Abracerva abre inscrições para a 3ª edição da Copa Cerveja Brasil


A Abracerva - Associação Brasileira de Cerveja Artesanal, está com inscrições abertas para a 3a edição da Copa Cerveja Brasil. Desta vez a competição cervejeira terá cinco etapas regionais - a primeira delas no Nordeste, realizada em Salvador (BA) na semana de 24 a 28 de maio.

O concurso integra o projeto Conexão Cerveja Brasil, que a associação promove este ano nas cinco regiões do país em co-realização com a MeuChope, startup capixaba que fomenta o mercado de chope artesanal e impulsiona o setor com soluções em inteligência de negócios.

Serão cinco edições regionais da Copa Cerveja Brasil compondo a programação do Conexão Cerveja Brasil, um projeto da entidade que inclui ainda congressos técnicos e festivais de degustação para o público. Além de Salvador, estão programadas as etapas Norte, em Belém; Sudeste, em Vitória; Centro-Oeste, em Brasília e Sul, em Curitiba. Também faz parte do Conexão Cerveja Brasil uma edição de fechamento em São Paulo.

Esta é a primeira vez que uma competição nacional ganha edições regionais, fortalecendo a cena cervejeira nos estados e promovendo a regionalidade. O lançamento da Copa Cerveja Brasil Região Nordeste marca um passo da entidade rumo ao fortalecimento a cultura cervejeira de Norte a Sul do Brasil.

“Para descentralizar e democratizar o setor em um país de dimensões continentais, além de inscrições com preços bastante atrativos, a regionalização do concurso ajuda a reduzir custos logísticos e os impactos do transporte na qualidade das amostras", explica Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva.

A Copa Cerveja Brasil tem a coordenação da sommelière e Mestre em Estilos de Cervejas Fernanda Bressiani, que já liderou alguns dos principais concursos do Brasil e conta com o apoio dos núcleos regionais da associação. O julgamento seguirá as descrições do guia de estilos da Brewers Association, edição de 2022 e incluirá também os estilos brasileiros Catharina Sour, Brazilian Pale Ale, Brazilian Wood and Barrel Aged, Brazilian Wood and Barrel Aged Sour Beer e Brazilian Hop Beer.

“Assim como buscamos valorizar as regionalidades que formam nossa identidade nacional, incluímos os estilos que utilizam técnicas, madeiras e ingredientes brasileiros fortalecendo a busca pela cultura cervejeira enquanto país", afirma Gilberto Tarantino. “Também fizemos questão e convidar para os júris especialistas de cada região, prestigiando apoiando a formação dos profissionais locais e valorizando sua vivência na cultura cervejeira e sobre a gastronomia regional", completa ele.

O regulamento da Copa Cerveja Brasil também prevê que as cervejarias sejam inscritas em quatro diferentes categorias: Cervejarias (com produção acima de 600 mil litros por ano), Microcervejarias, Brewpub e Cervejaria Cigana.

Até 20 de abril, a taxa de inscrição por cerveja é de R$150,00 para associados adimplentes da Abracerva e R$300,00 para não associados. Desta data até 12 de maio, os valores serão de R$200,00 para associados e R$400,00 para não associados. As inscrições devem ser feitas pelo site https://beerawardsplatform.com/copa-cerveja-brasil onde também está disponível o regulamento completo do concurso. Outras Informações podem ser obtidas pelo e-mail copacervejabrasil@abracerva.com.br.


Copa Cerveja Brasil

A Copa Cerveja Brasil Região Nordeste é uma iniciativa da Abracerva - Associação Brasileira de Cerveja Artesanal com co-realização da startup MeuChope. O concurso faz parte do Conexão Cerveja Brasil, uma série de eventos regionais, que inclui concursos, congressos técnicos e festivais nas cinco regiões brasileiras. A Copa Cerveja Brasil Região Nordeste é aberta a todas as cervejarias, microcervejarias, brewpubs e cervejarias ciganas dos nove estados do Nordeste. A competição segue os parâmetros do Guia de Estilos da Brewers Association 2022, e inclui ainda estilos brasileiros.


Sobre a MeuChope

A MeuChope é uma startup capixaba criada pelos empresários Bruno Medeiros e Augusto Sato, que fomenta o mercado de chope artesanal e impulsiona o mercado com soluções em inteligência de negócios. Lançada oficialmente em janeiro de 2022, a empresa já tinha um histórico de experiência com o setor - desde 2020, Augusto, com uma atuação de 20 anos na área de eventos, já desenhava o que seria a MeuChope. Com a entrada de Bruno como sócio, a marca escalou e recebeu seu primeiro investimento, de R$ 5 milhões, do americano Michael Nicklas. Em 2023, realizou um M&A para adquirir a curitibana Remembeer e, assim, oferecer um superapp para o público cervejeiro e iniciante.


Abracerva

A Associação Brasileira de Cerveja Artesanal, é uma organização sem fins lucrativos que tem a missão de proteger, desenvolver e democratizar a cerveja artesanal brasileira. É a maior entidade do setor e representa diretamente 800 pequenas cervejarias, brewpubs, bares, distribuidores, fornecedores e profissionais que trabalham no segmento. A Abracerva acredita na máxima “beba menos, beba melhor”. Conheça https://abracerva.com.br/.


Fonte: Opa Comunicação

Quarta Edição do Festival de Cervejarias Paulistanas (FCP) – 15 e 16 de Abril


Festival de Cervejarias Paulistanas (FCP) entra na quarta edição, novamente sediado na Tarantino Cervejaria no bairro do Limão. Diz Isaac Deutsch, socio/co-fundador, ‘o foco do festival é promover a cena cervejeira do capital e destacar o conceito de ‘beba local’, valorizando produtores da cidade.’ Este ano vai ser o maior festival até então, com 26 cervejarias além da Tarantino, incluindo marcas tradicionais da cidade, como Dogma, Trilha, Avós e Croma. Cada cervejaria vai oferecer em torno de 4 estilos diferentes. O espaço é amplo e coberto com tenda para proteger do sol ou chuva.

Além da cerveja fresca e local, o festival conta com uma programação de música ao vivo, com Os Gasolines e Umburana Blues no sábado e Christine e Nacca no domingo, além de DJs. 

Para alimentação o evento traz pontos com pizza, churrasco e comida de boteco do Clã Destino e opções vegetarianas e veganas do Haya Falafel. Neste ano, Meu Chope entra com apoio no evento e oferece seu app como uma alternativa de pagamento no evento. Com ele você pode encontrar no mapa e com o mesmo crédito consumir cervejas artesanais nos melhores bares e eventos cervejeiros do país.

A Tarantino vai oferecer opções dos seus rótulos tradicionais e dos seus micro lotes, como Sour com Beterraba e Melão, e Puxuri Biere de Garde produzida em colaboração com Manioca Brasil.

Para os amantes do flash tattoo, o estúdio Venice Inc., considerado como o melhor estúdio de tatuagem da Zona Norte de São Paulo, vem com 5 artistas e 1 body piercing durante os dois dias de festival. 

O evento é gratuito e as primeiras 1.500 pessoas por dia vão ganhar um copo comemorativo na entrada. Após essa quantidade, o eco copo será vendido no estande do Meu Chope, dentro do evento, por R$0,01 centavo.


Tarantino Cervejaria

R. Miguel Nelson Bechara, 316

Bairro do Limão

Metro: Barra Funda


Sábado, 15/4 de 12:00 – 22:00

Domingos, 16/4 de 12:00 – 20:00

Entrada gratuita


Lista das cervejarias:

1. Tarantino Cervejaria

2. Cervejaria Dogma

3. Trilha Cervejaria

4. Croma Beer Co.

5. Brass Brew

6. Cervejaria Central

7. La Caminera Cervejaria 

8. Cerveja Avós

9. Quintal do Ó

10. Satirus Brewery

11. Cervejaria Baron

12. Cybeer Lab

13. Rivas Brewing

14. Cervejaria 77 

15. Gutembeer 

16. Nanocervejaria Zuraffa

17. Cervejaria Ewam 

18. Bareô Cervejaria

19. Minnesota Brewing

20. Taru Cervejaria 

21. Vórtex

22. Soma Cervejaria

23. Cervejaria Lote

24. Cervejaria Dinastia 

25. Oca Cervejaria

26. Undertap

27. Cervejaria Pestana


Sobre o espaço:

Inaugurada em setembro de 2018, a Tarantino Cervejaria é a primeira fábrica de cerveja independente de grande porte na cidade de São Paulo. Com pegada urbana e contemporânea, a fábrica é um centro de cultura cervejeira, artística e convivência familiar. Os grafites gigantes espalhados pelas paredes são os mesmo que aparecem nos rótulos das latas.  Localizada no bairro do Limão, com equipamentos de nível internacional, contamos com bar, espaço para eventos ao ar livre e coberto e sala de aulas. Localização: Rua Miguel Nelson Bechara 316. Bairro do Limão.


Fonte: Tarantino

A Forja lança suas terças medievais


Mais uma novidade agita a semana da A Forja, Taverna Medieval. A casa acaba de lançar suas terças históricas, para movimentar a semana. “Nas terças-feiras agora vamos trabalhar um pouco da história escandinava/viking trazendo para nossos clientes um cardápio bem voltado para essas culturas. Nosso cliente vai poder viajar através da gastronomia”, fala Igor Escobar, proprietário da casa.

O cardápio tem destaque para 3 pratos históricos, que são o SmørrebrødmedGravadLax "Pão com Manteiga" com Salmão de Cova". Smørrebrød, que na tradução significa o grande canapé dinamarquês, ou  literalmente pão com manteiga. É um grande canapé no pão de centeiocom Salmão Curado, Sour Cream de Amora, Limão Siciliano, Caviar de Mostarda e Dil.

Era a principal refeição do dia para a maioria dos trabalhadores agrícolas na Escandinávia.

O FyldtKylling I Herregårdssauce, que é o "Galeto Recheado ao Molho Senhorial"

É um galeto recheado com cogumelos ao molho de especiarias. O molho Senhorial ou Herregårdssauce é um molho de especiarias medieval à base de vinagre, pimenta do reino, cravo, canela, nós moscada, cardamomo e gengibre engroçados com pão tostado. Este é um molho bastante sofisticado por causa da quantidade de especiarias nele. Era um molho usado para duverssos assados e preparos de carne como o cordeiro. A receita dos assados e desse molho é do Libellus de Arte Coquinaria, uma compilação de vários livros e manuais de culinária do norte da Europa de meados dos anos 1200. É o primeiro livro de receitas em dinamarquês. E por último teremos o Ølebrød, "Pão com Cerveja"que é um doce de Pão de Centeio com Mel e Cerveja Acompanhado de Creme e Praliné de Nozes.

Acredita-se que o mingau de pão de centeio com cerveja tenha se originado em conventos, onde monges mergulhavam o pão em cerveja quente. Existem receitas de mingau de pão de centeio com cerveja que remontam a 800 anos atrás. Pão, cerveja e mingais já eram base da alimentação no norte da europa medieval. Antigamente esse mingal era cervido em qualquer refeição como acompanhamento. Com o tempo ganhou adições de mel, açúcar, frutas e castanhas e Acompanhamentos como leite ou creme se tornando mais popular como café da manhã ou sobremesa.

As reservas podem ser feitas direto pelo telefone: (31)98291-9595


Sobre A Forja

A capital dos bares e restaurantes ganhou uma casa que promete ser diferente de tudo o que já se viu por aqui. É o que garante os sócios Igor Escobar e Henrique Ferrari – o Kiki Ferrari como é conhecido no meio gastronômico. É uma autêntica taverna medieval, e quando se fala autêntica é no sentido real da palavra.

A ideia veio do sócio Igor, que após passar uma temporada no exterior estudando, voltou com esse desejo latente de abrir um restaurante que remetesse às origens medievais. Procurou o Chef Kiki Ferrari e expôs suas ideias e o projeto. Logo os dois que são apaixonados pela cultura e história medieval, abraçaram o sonho e encararam o plano. Até o ponto onde será o PUB foi pensado de forma a se ter uma esfera da época.

O nome é a Forja Taverna Medieval. “Escolhemos esse nome pelo fato de uma forja ser o lugar onde os ferreiros fabricavam armas, armaduras, ferraduras, entre outros e era um ofício comum e característico por toda era medieval, tornando-se um elo conceitual entre todos os povos desse período que buscávamos. Queremos proporcionar uma experiência medieval aos clientes. Desde um cardápio que contempla pratos do ocidente ao oriente, sempre tentando ser o mais fidedigno historicamente com o período, até nas decorações, com características de vários povos e culturas diversas da era medieval”, explica Igor.

A casa tem decoração da época, toda planejada, com artefatos feito sob encomenda, tudo para levar o cliente a uma viagem ao passado. Para isso, os sócios participaram de leilões e encomendaram réplicas de armas e armaduras historicamente corretas, com diversas bandeiras multiculturais e até mesmo uma coifa em forma de elmo. Tudo para deixar o espaço o mais histórico possível.

“Vamos colocar um antigo sonho em prática. Para isso estudamos muito, pesquisamos, viajamos e com certeza vamos oferecer o que tem de melhor”, fala Igor.

Como o restaurante propõe uma volta ao passado, a gastronomia também levará o cliente a essa viagem de cores, sabores e texturas do passado. Insumos, temperos, tudo foi pesquisado conforme os costumes da época. O cardápio foi todo elaborado pelo Chef Kiki Ferrari, com contribuições do Igor. Uma das peculiaridades do local é que o cliente poderá encomendar um banquete medieval para levar para casa. Será o Porco Real. Todo o cardápio vai passear do oriente ao ocidente, abrangendo o máximo da história e gastronomia da época. Do cardápio podemos destacar por exemplo, a A Bisteca de Apicius (Ofellae), que é: a Bisteca Bovina Marinada à Moda Romana. “Ofellae” é uma antiga receita medieval romana e uma das mais antigas receitas de steak já encontradas.

No livro "De Re Coquinaria", um dos livros de receita mais antigos do mundo atribuído a um cozinheiro chamado Apicius, descreve-se o preparo de steaks bovinos e suínos marinados com mel, azeite, pimenta longa e Garum, um molho à base de peixe que deu origem a famosa ColaturadiAlici, o famoso molho salgado de Aliche. E a Costela à Cinco Dedos (Beshbarmak), que é: a Costela Bovina Desmanchando com Massa Rústica, Caldo de Costela e Cebola Roxa. “Beshbarmak” significa “cinco dedos” em várias línguas túrquicas, que representa como as tribos nômades da Ásia Central comiam esse prato. O prato é tradicional ao longo de toda a rota da ceda, da China Muçulmana, passando pela Rússia, toda a Ásia Central e adiante.

É um prato ritual servido em ocasiões especiais feito do abate do animal inteiro cozido, onde cada corte é servido para pessoas específicas. Os cortes são servidos sobre uma camada de tiras largas de massa cozida e cebola, acompanhado de “Shorpa” sopa feita do caldo da carne, e em algumas regiões acompanha-se creme azedo. É um Lamen em sua forma mais primal. A construção do Beshbarmak como prato nacional data da literatura soviética que herdou a dicotomia nômade do Império Russo.

Com as bebidas não será diferente. Elas também vão passear pela história. Podemos citar do cardápio a Sangria Romana (Conditum Paradoxum), que leva o Vinho Rosé, Mel, Açafrão, Louro e Xarope de Tâmara. “Conditum Paradoxum” ou Vinho temperado Surpresa é uma versão romana de uma bebida grega chamada anteriormente de “Hipocras” em homenagem a Hipócrates pai da medicina. Ervas e especiarias eram acrescentadas em muitas bebidas para melhorar o sabor e por propriedades medicinais.

Na Roma Medieval várias versões foram criadas e popularizadas pela Europa dando origem a bebidas como a sangria e até nosso quentão. Destaque também para a  Brinde de Solstício (Wassail), que leva Sidra, Cerveja, Hidromel, Casca de Laranja, Pimenta Jamaica, Noz Moscada e Canela. “Wassail” do nórdico antigo "VesHeill” que significa “Saúde” é o nome de uma cerimônia Anglo Saxã na qual se compartilha de uma bebida de mesmo nome feita de sidra, especiarias, cerveja e até hidromel. Esse festival celebra o solstício de Inverno com o objetivo de despertar as macieiras de sidra e afugentar os maus espíritos para garantir uma boa colheita. A tradição se mantem no Leste da Inglaterra até os dias de hoje.

Com todas essas peculiaridades, a Forja vem para ser diferente de tudo o que existe e levar as pessoas para uma verdadeira viagem no tempo.


Sobre os Chefs

Igor é formado em administração, pós-graduado em finanças pela Dom Cabral e formado no curso de chef de cozinha pelo IGA. Vem de uma família que sempre esteve ligada com a gastronomia. Trabalhou por 8 anos no Villa Rural, restaurante do seu pai, em diversas áreas. Depois criou o buffet "Fratelli" especializado em buffet para a área empresarial.

Kiki Ferrari é um especialista e entusiasta da gastronomia sem fronteiras do rústico ao criativo. Chefiou a cozinha do restaurante SvärtenMugg, uma taverna viking com a culinária escandinava. É um dos precursores da gastronomia a Ferro e Fogo no Brasil, já tendo participado de vários festivais especializados em churrasco. Preza a criatividade, ousadia e originalidade.


Serviço: PUB

A Forja

Endereço: Cláudio Manoel 500, Savassi

Telefone: (31)98291-9595

Redes: @forjataverna

Capacidade: 92


Fonte: Primeiro Plano Comunicação

terça-feira, 11 de abril de 2023

Van Been: uma cervejaria brasileira com alma holandesa em São Paulo


Localizada no boêmio bairro da Vila Mariana, em São Paulo, a Van Been Tap House é um verdadeiro refúgio para os apreciadores de cervejas artesanais. Sua criação foi inspirada nas histórias da desbravadora família holandesa de seu idealizador, o cervejeiro Dante Casarotti.

Aberta em novembro de 2020, a casa é conhecida por sua arquitetura charmosa e despojada, com tijolos aparentes que remetem à arquitetura holandesa e vãos livres na fachada. 

O ambiente interno é aconchegante e intimista. Já o espaço externo, aos fundos, lembra uma charmosa pracinha bem arborizada, com bancos de madeira e um belo mural artístico. Lá, é possível passear com o pet enquanto degusta uma cerveja ao ar livre. 

No estilo tap house com produção própria, feita de maneira cigana, a casa conta com 12 torneiras de cervejas artesanais da Van Been, além de opções sazonais de parceiros e colaborativas, criadas com outras cervejarias.

Para acompanhar as cervejas, o cardápio conta a famosa empanada holandesa, inspirado no bitterballen, o croquete holandês. A empanada é a verdadeira especialidade culinária da casa, preparada artesanalmente com ingredientes frescos e de qualidade, o que garante uma experiência gastronômica completa para o cliente.

“A ideia sempre foi proporcionar uma experiência totalmente diferente para nossos clientes. Desde a arquitetura da casa, que traz conforto e a sensação de um ambiente único de convivência, até as nossas torneiras, que estão sempre com cervejas de qualidade, seja da Van Been ou de cervejarias parceiras”, comenta Dante, criador da Van Been.


Histórias de família foram referência na idealização da Van Been

A paixão de Dante como apreciador de cerveja artesanal começou em 2010, quando percebeu que as boas opções disponíveis no Brasil eram limitadas. Em 2012, ganhou um curso de fabricação de cerveja e esse amor se estendeu também para o processo de produção da bebida.

Dante então começou a produzir cerveja em casa para consumo próprio e, como uma forma de diversão, deu o nome Van Been, em homenagem à família holandesa de sua mãe. 

Com uma grande bagagem adquirida em suas viagens pelo mundo buscando referências no setor de cervejas artesanais, ele decidiu criar sua própria marca.

A Van Been, então, passou a oferecer aos clientes uma experiência única, atraindo interesse com suas histórias e design diferenciados, com rótulos que trazem homenagens ao avô de Dante, por exemplo, um marinheiro holandês que se tornou referência na família, além de uma mistura de ficção e boa cerveja.


Serviço:

Endereço: R. Joaquim Távora, 1039 - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04015-002

Horário de funcionamento: de quarta a sexta, das 17h às 23h, de sábado, das 13h às 23h, e de domingo, das 13h às 19h

Van Been Tap House

Instagram: Van Been


Fonte: Ônix Press

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Proximidade com a Semana Santa pede prato especial de bacalhau


Neste ano, a Páscoa será comemorada dia 9 de abril, sexta-feira. Além dos ovos de chocolate para celebrar o período, a data cristã é conhecida pelos pratos com peixe, principalmente na Sexta-Feira Santa. No cardápio tradicional das famílias brasileiras é o bacalhau o carro-chefe durante esses dias. 

A Padaria Brasileira, há 70 anos na região do Grande ABC, traz uma receita fácil e saborosa como sugestão. A marca também oferece o prato em seu cardápio.  É importante seguir o passo a passo da receita a seguir. O tempo de preparo é de 90 minutos e essa quantidade serve até 10 pessoas.


Bacalhau à Portuguesa

Padaria Brasileira

Ingredientes:

1 kg de bacalhau

1/2 pimentão vermelho cortado em rodelas

1/2 pimentão amarelo cortado em rodelas

400 gramas de batata

½ cebola fatiada

2 ovos cozidos

1 xícara de (chá) de molho de tomate

6 unidades de azeitona chilena

3 dentes de alho amassados

1 xícara (chá) de azeite

½ xícara (chá) de salsinha picada

Modo de preparo:

Dessalgue o bacalhau, corte em pedaços médios e coloque para ferver em uma panela com água. Reserve.

Descasque as batatas, corte em rodelas e cozinhe em água sem sal. Reserve.

Em uma panela, frite o alho no azeite até dourar. Em seguida acrescente a cebola e frite até amolecer.

Coloque os pimentões e refogue até dar uma prévia amolecida.

Acrescente o bacalhau e misture ao refogado com cuidado para não quebrar muito os pedaços. Desligue o fogo, salpique a salsinha e misture com cuidado.

Em uma travessa monte fazendo camadas, primeiro com as batatas, em seguida o refogado de bacalhau e por último o molho ao sugo.

Decore com os ovos cozidos, cortando-os em 4 de comprido e 6 unidades de azeitonas chilenas. Sirva com arroz branco.

Padaria Brasileira – Neste ano, a Padaria Brasileira completa sete décadas no mercado de panificação - surgiu em 1953, na cidade de Santo André. A linha de salgados foi lançada em 1962 e desde então incluiu em seu cardápio a famosa coxinha, premiada pelo site internacional Taste Atlas, como a melhor do mundo, no fim de fevereiro deste ano. A rede, que soma nove unidades, sendo quatro no formato Express, conta com mix de produtos, entre pães, bolos, doces, sopas, rotisserie e sorvetes – além dos sonhos de doce de leite, creme e Nutella®. Os pedidos podem ser feitos diretamente nas lojas, pelo site oficial (www.padariabrasileira.com.br), pelo iFood ou pelo app (encr.pw/deliveryPDB). 


Onde encontrar:

Padaria Brasileira

Loja Vila – Rua Regente Feijó, 325 Vila Assunção – Santo André. Tel: (11) 3262-2207. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 21h30

Loja Matriz – R. Santo André, 232, Vila. Assunção, Santo André, SP. Tel.: (11) 3757-2277. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30

Loja Jardim – R. das Figueiras, 664, B. Jardim, Santo André, SP. Tel.: (11) 4437-3545. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 20h30

Loja Fórum – Av. José Caballero, 189, Vila Bastos, Santo André, SP. Tel.: (11) 4994-1027. Todos os dias das 6h40 às 22h10.

Loja Fláquer – R. Dr. Flaquer, 639, centro, São Bernardo, SP. Tel.: (11) 4337-1110. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30.

Site: www.padariabrasileira.com.br   

Fanpage: www.facebook.com/PadariaBrasileira/ 

Instagram: @padariabrasileira


Fonte: Máxima Assessoria

Cervejaria mineira lança mais uma novidade no mercado em parceria com o Laboratório da Cerveja


A cervejaria mineira Prussia está lançando em abril um rótulo colaborativa com o Laboratório da Cerveja. Será uma saison, Uaild Ale. A grande novidade da receita é o pioneirismo no uso de uma nova espécie de levedura cervejeira, diferente das tradicionais Saccharomyces brettanomyces. É a primeira vez que essa espécie será utilizada na indústria e fora dos laboratórios. É uma levedura selvagem, isolada da flor da espatódea e associada a abelha sem ferrão brasileira, uma espécie que sai do nosso ambiente, do nosso ecossistema e agora está disponível para as cervejarias!  O nome da levedura é Starmerella meliponinorum. Essa levedura vem de anos de estudos na Universidade Federal e é uma parceria com o Laboratório da Cerveja, que recebeu transferência de tecnologia para desenvolve-la e explorá-la comercialmente. 

“Estamos sempre em busca de novidades e dessa vez vamos trazer mais uma coisa nova para o cenário cervejeiro. Uma cerveja feita com uma levedura selvagem, do nosso ecossistema. Estamos ansiosos pelo lançamento”, fala Fernando Cota, sócio da Prussia.

A Uaild Ale é uma cerveja belga com malte de centeio, flor de laranjeira e casca de laranja. Tem sabor frutado de frutas maduras, leve adocicado, leve sensação de picância e com aroma pouco fenólico. Tem sabor frutado e levemente condimentado. Uma cerveja muito equilibrada que mostra a potência de uma levedura mineiríssima, com os lúpulos também de Minas, da Fazenda Cervejeira em BH! 5% de ABV e 20 IBU. 

http://www.prussiabier.com.br/

https://www.instagram.com/prussiabier/


Fonte: Primeiro Plano Comunicação

Sommelier dá quatro dicas para quem deseja começar sua jornada no mundo dos vinhos

Talvez você já tenha passado pela situação de chegar em um restaurante com vontade de beber um vinho e, ao olhar para a carta de rótulos, não saber o que pedir. E quando chega o sommelier, oferecendo a rolha para cheirar e um gole de prova? Nesse momento, você pode pensar: “puxa vida, gostaria de conhecer um pouquinho mais sobre vinhos”.

É claro que não é preciso ser um expert para apreciar um produto. Mas com um pouco a mais de conhecimento, apreciar um vinho pode se tornar uma atividade muito satisfatória e, por incrível que pareça, nem tão complicada assim.

O sommelier e professor Jonas Martins, que atua com a importadora de vinhos MMV, traz algumas dicas para pessoas que desejam começar a aproveitar mais a jornada de degustação de vinhos, porém, sem o “falso glamour” que às vezes transforma a experiência em algo piegas e taxado.

“Ao longo da minha carreira, sempre busquei desmistificar algumas lendas em torno da apreciação de vinho, ao passo que também considero importante ressaltar alguns pontos que irão ajudar pessoas que se interessam por esse universo tão rico e bacana”, diz Martins.


Procure vinhos de fácil acesso

Na opinião de Jonas, o primeiro passo para quem está começando é tentar achar rótulos que sejam fáceis de encontrar e comparar, especialmente com preços atrativos e uvas mais conhecidas. Assim, vinhos sulamericanos, pelo acesso mais fácil, são boas opções.

Entre as uvas brancas que caem nessa categoria, de fácil acesso e encontradas em diversos países, estão a Sauvignon Blanc e o Chardonnay. Do Chile, da vinícola Alto Roble, o Fortunatus Sauvignon Blanc e o Felitche Chardonnay são dois rótulos bem interessantes, pois, apesar da qualidade, têm um preço muito atrativo também.

Ainda do Chile, o Felitche Cabernet Sauvignon é para aqueles que desejam começar com um vinho tinto. Migrando para a Argentina, terra dos famosos Malbecs, o Cinco Sentidos Malbec não irá assustar na primeira degustação, já que os vinhos dessa uva são marcantes e particulares. Já o Felitche Rosé, é um vinho de entrada para quem quer um vinho com outro estilo, mais fresco, mesmo sendo produzido com uva tinta.


Sugestão de “ordem” das uvas

Já que falamos em tipos de uva, Martins sugere que normalmente é mais fácil degustar vinhos brancos que são mais diretos, que já mostram os aromas e os sabores, em relação aos vinhos tintos, que são mais complexos e apresentam mais corpo.

“Então, eu penso que a ordem seria mesmo começar com os brancos, passar para alguns rosés e ir para os tintos, mas não é uma regra. Eu acho que, principalmente para quem está começando, o importante é provar o máximo possível, provar de tudo, mas deixo como sugestão começar pelos brancos, passar pelos rosés e chegar nos tintos”, explica Martins.


Degustação: provar com atenção

Outro ponto interessante, que vem com a experiência, mas que já deve ser levado em consideração pelos iniciantes, é entender como identificar os aromas e as notas. O primeiro passo, por incrível que pareça, é prestar atenção nas coisas do dia a dia.

Segundo o sommelier, de nada adianta querer “desvendar” as notas de um vinho se no dia a dia você nunca reparou nos cheiros do ambiente, como, por exemplo, no cheiro de uma laranja cortada, ou de uma defumação com lenha, até mesmo a sensação olfativa de uma cebola fritando.

O perfume que você usa, por exemplo, tem cheiro de uma madeira, de uma flor, de uma fruta? Você conseguiria identificar? Prestar atenção ao ambiente e às experiências sensoriais é desenvolver um controle para poder, ao apreciar uma taça, criar paralelos entre as coisas que você sente, que você sabe o aroma e sabor, e o que você tem no vinho.


Deixe para depois: rótulos mais “faixa-preta”

Em contrapartida, alguns tipos de vinhos, para que sejam aproveitados em sua máxima excelência, demandam um pouco mais de experiência. Não quer dizer que você não deve bebê-los, porém, ganhando um pouco mais de “cancha”, as sensações serão infinitamente mais bem aproveitadas.

A uva Nebbiolo, usada na produção do Barolo, vinho de Piemonte, Itália, é uma uva que permite vinhos mais complexos e estruturados. Na MMV, a empresa tem dois Nebbiolos: um Viapiana, vinícola do Sul do Brasil, e um da chilena La Prometida Revoltosa, novidade no portfólio da empresa.

“Às vezes um iniciante vai provar um vinho desses, ele nem consegue aproveitar o vinho ou sequer gosta, porque são vinhos que têm uma complexidade supergrande, taninos mais agressivos”.

Alguns brancos também podem entrar na lista. O italiano Inusuale, da Inserrata, é um 100% Sangiovese, uva tinta, que para surpresa de muitos gera um vinho branco, único, e para dar valor nessa garrafa, é preciso experiência.

Por fim, vinhos naturais, que são aqueles produzidos com técnicas mais rudimentares e uso quase zero de produtos químicos, com o mínimo de intervenção do homem, como há séculos, também fazem parte dos vinhos “faixa-preta”. Para entender, por exemplo, o Malbec Natural Krontiras, da Argentina, é preciso ter referências anteriores com Malbecs menos complexos, para a experiência ser completa.


Fonte: Engenharia de Comunicação

terça-feira, 4 de abril de 2023

Saiba como harmonizar a cerveja com o cardápio de Páscoa


A cerveja é uma bebida bastante versátil e harmoniza com a maioria dos cardápios em datas comemorativas. Na Páscoa, surge uma grande oportunidade de provar novos sabores e a bebida alcoólica mais consumida no mundo, ganha destaque especial à mesa, acompanhando pratos com bacalhau e outros tipos de peixe - além do chocolate, estrela nessa época do ano. 

Com os peixes e frutos do mar, as cervejas mais leves são as recomendadas para acompanhar sabores marcantes, como o bacalhau, o pirarucu e o salmão, e também ficam ótimas na combinação com peixes mais gordurosos como a truta, o atum fresco e as sardinhas. 

Para ajudar na harmonização do cardápio de Páscoa, Renan Leonessa, gerente de Marketing da Cervejaria Madalena, explica os estilos que combinam com alguns pratos:

Madalena Lager Light: Um dos estilos de cerveja mais consumidos no Brasil. É leve e suave, vai bem com frutos do mar de sabor mais marcante - como o camarão e o caranguejo - além de pratos com peixe frito.

Madalena Bohemian Pilsner: De baixa fermentação e amargor moderado, este estilo combina com petiscos de sabor suave e com os mais marcantes, como o caranguejo, o camarão e a truta. É perfeito para harmonizar com pratos de entrada.

Madalena Weiss Premium: Cerveja de trigo e alta fermentação, ideal para dias mais quentes. Sua característica refrescante harmoniza perfeitamente com peixes e frutos do mar em geral, incluindo lagosta, vieiras, mariscos e camarão.

Madalena Witbier: Leve e refrescante, com baixo amargor, aroma cítrico e condimentado que remete à laranja e ao coentro, a Madalena Witbier é ideal para peixes de sabor delicado, como a tilápia, a merluza, o linguado e o cação, que podem ser cozidos, grelhados ou assados.

Madalena Session IPA:  Cerveja de alta fermentação e amargor médio, clara, com aroma de lúpulos americanos que remetem a frutas tropicais. Essas características proporcionam uma combinação harmoniosa com peixes mais gordurosos como o salmão e o bacalhau, mas também vai bem com moqueca, lula, sardinha e lagosta.

Madalena Stout: Cerveja escura de alta fermentação e espuma cremosa, possui sabor equilibrado de café e chocolate meio amargo. Harmoniza com frutos do mar, pratos como moqueca e é ideal para acompanhar sobremesas com chocolate.


Cervejaria Madalena: 

Rua Araçatuba, 137 - Santa Maria - Santo André, SP

Site: https://www.cervejamadalena.com/

Instagram: @cervejamadalena


Empório Madalena:

Rua Padre João Manoel, 974 - Jardins SP

Instagram: @emporiomadalenasp

Mais informações pelo telefone (11) 4800-0500 e Whatsapp: (11) 97133-4650


Fonte: Máxima Assessoria de Imprensa

Inovini lança vinho Urban Sauvignon Blanc no Brasil

A Alfa Crux, umas das vinícolas mais emblemáticas de rótulos de alta gama da Argentina, apresenta para o Brasil uma nova uva do portfólio de Urban: a Sauvignon Blanc. Importado pela Inovini – divisão de vinhos da importadora Aurora Fine Brands –, a linha de Urban é descomplicada, voltada para o estilo de vida prático e harmoniza perfeitamente com o universo da gastronomia. Neste mês de abril, o rótulo da exuberante cepa branca chega para integrar o case da marca em território brasileiro, que já conta com Torrontés, e os tintos Malbec e Cabernet Sauvignon.

Urban Sauvignon Blanc é um vinho fresco e vibrante. No paladar, apresenta bom equilíbrio entre fruta e acidez; já o aroma é frutado e com delicadas notas de flores. O teor alcoólico é de 12% e harmoniza perfeitamente com saladas, prato de peixes, frutos do mar crus, pizzas e massas com base de queijos e vegetais.  A recomendação é servir entre 08-10°C.

Urban Sauvignon Blanc, assim como todo o portfólio do rótulo, está disponível nas principais lojas de vinho de todo o país, com preço médio entre R$50 e R$60.

SOBRE INOVINI FINE WINES

Lançada em 2009, a Inovini chegou para oficializar, focar e expandir a operação da Aurora Fine Brands no mercado de vinhos premium. Ao longo desses 12 anos de história, manteve seu foco em um grupo cuidadosamente selecionado de vinícolas reconhecidas internacionalmente pela alta qualidade como a Louis Latour (França), Gonzalez Byass (Espanha), Dr Loosen (Alemanha), Golan Heights (Israel), Laurent-Perrier (Champagne/França), Penfolds (Austrália), Alfa Crux (Argentina), dentre outras.

Site: http://inovini.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/inovinivinhos

Facebook: https://www.facebook.com/inovini.importadora

SOBRE AURORA FINE BRANDS

Com 75 anos de experiência, a Aurora Fine Brands acredita que sabores únicos criam momentos especiais. Sempre conectada a novas tendências, a Aurora Fine Brands descobre e seleciona o que há de melhor na indústria de bebidas e alimentos sofisticados, surpreendendo e ampliando o repertório de escolha dos clientes mais exigentes. Estruturada em quatro divisões – Alimentos, Confectionery, Destilados & Licores e Vinhos –, representa e desenvolve mais de 60 marcas internacionais em seu portfólio.

Site: www.aurora.com.br


Fonte: Coletiva Comunicação

Comida di Buteco entra em contagem regressiva para o início em Ribeirão Preto-SP


A cidade de Ribeirão Preto-SP está preparada para receber mais uma edição Comida di Buteco, é a 13ª edição na cidade. Faltam poucos dias para o início do concurso que vai reunir 37 bares da cidade em uma disputa que envolve sabor, atendimento, ambiente e cerveja gelada. Com o início marcado para o dia 7 de abril, sexta-feira, a competição que movimenta o setor na cidade vai até o dia 30 de abril. Com número recorde de participantes, os donos dos bares deverão apresentar petiscos seguindo a temática: Ervas e Especiarias.

A eleição do melhor buteco de Ribeirão Preto funciona da seguinte forma: os butecos criaram um petisco especialmente para o concurso, onde o público e os jurados visitam e avaliam quatro critérios: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados os outros 50%.

Relembrando a edição de 2022, os três integrantes do pódio foram, BarBaridade Espetos & Bar, na terceira posição, o Empório Mobiglia ficou com o vice-campeonato e o grande campeão da edição foi o Aquífero’s Bar.


Expectativas do campeão

O proprietário do atual detentor do título de melhor boteco de Ribeirão Preto, Alex de Almeida, fala sobre as expectativas para a 13ª edição: “Nossas expectativas para esse ano, é ganhar de novo, é estar lá no topo, ano passado além da vitória aqui em Ribeirão, conquistamos o 6º lugar na etapa nacional, significou muito para nós”, diz Alex.

A história do bar é recente, com 7 anos em funcionamento o local surgiu da vontade de criar um ambiente democrático, onde todos pudessem se divertir, beber cerveja gelada e provar comida boa, o verdadeiro clima de boteco: “Sempre tive a vontade de abrir um bar, um local para juntar todos, então começamos modestos, com uma portinha vendendo espetinho, hoje já estamos expandindo e recebemos o retorno sendo campeão ano passado”, fala Almeida.

O petisco do campeão de 2022 para essa edição é o Moranga In Rabada, composto por uma mini moranga recheada com rabada desfiada em molho de especiarias, pimentão verde, pimentas-dedo-de-moça e catupiry.

“O desafio é maior esse ano, são mais bares e um tema específico, ou seja, a avaliação é mais forte, mas estamos confiantes com a vitória, é um prato muito saboroso”, completa o proprietário do Aquíferos.

Os interessados em provar a iguaria do Aquífero’s Bar podem ir até a rua Francisco Torrecilhas, 199, no Jardim Interlagos. Lembrando que todos os pratos participantes custam R$ 30.


“Comida di Buteco”

Data: 7 de abril a 30 de abril

Valor do petisco: R$ 30

Confira os bares participantes e os petiscos em: www.comidadibuteco.com.br/category/butecos/ribeirao-preto/


Fonte: Focco Comunicação

Aproveite a Páscoa e prepare um delicioso almoço para celebrar com a família


Nesta época do ano, a vontade de comer um delicioso e bem preparado prato com bacalhau aumenta. Isso porque é a tradição de Páscoa preparar a iguaria de origem portuguesa, que há anos reúne famílias de todo país no domingo festivo.

Pensando em deixar a tradição ainda mais gostosa, a nutricionista Mariana Rosa, do Comitê Umami, separou duas receitas cheias de umami, o quinto gosto básico do paladar, para diversificar o seu almoço comemorativo: um saboroso fricassê de bacalhau e um bacalhau cremoso de dar água na boca.

“Adicionar o umami às refeições deixa o prato muito mais saboroso e também proporciona diversos benefícios para a saúde, como o auxílio na digestão de proteínas e o aumento da salivação, ou seja, a gente fica com água na boca literalmente”, afirma Mariana.

Entre os pratos selecionados, a nutricionista afirma que ingredientes como cebola, cogumelos, queijo parmesão, batata, alga kombu e tomate são alimentos ricos em glutamato, aminoácido responsável por proporcionar o gosto umami.

“Alimentos dessa categoria são uma excelente opção para realçar sabores, pois ao serem consumidos, aumentam a salivação, o que contribui para sentir melhor todos os gostos”, conclui a especialista.



FRICASSÊ DE BACALHAU

(Tempo de preparo: 30 minutos + 20 minutos de forno)

Serve: 8 porções

Ingredientes

4 colheres (sopa) de azeite de oliva (60 ml)

3 dentes de alho picados (9 g)

2 cebolas médias cortadas em pétalas (300 g)

1 bandeja de cogumelos shiitake cortados em fatias médias (200 g)

800 g de bacalhau em lascas, dessalgado

1 xícara (chá) de cheiro-verde picado (40 g) 

Molho branco

1 folha de louro (0,08 g)

meia cebola pequena (50 g)

3 cravos-da-índia (0,05 g)

2 e meia xícaras (chá) de leite (500 ml)

meia colher (chá) de sal (5 g)

meia colher (chá) de glutamato monossódico AJI-NO-MOTO® (2 g)

meia colher (chá) de noz-moscada (1 g)

2 colheres (sopa) de manteiga sem sal (30 g)

2 colheres (sopa) de farinha de trigo (20 g)

1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado fino (100 g) 

Modo de preparo

Faça o refogado de bacalhau: em uma panela grande, coloque 1 colher (sopa) do azeite e leve ao fogo médio para aquecer. Junte o alho e a cebola, e refogue-os por 3 minutos, ou até dourarem. Acrescente o cogumelo e refogue por mais 5 minutos ou até que fique macio. Adicione o bacalhau, o azeite restante, e deixe cozinhar por 5 minutos.

Retire do fogo, junte o cheiro-verde, misture e reserve.

Prepare o molho branco: fixe o louro na superfície da cebola espetando os cravos sobre a folha.

Em uma panela média, coloque o leite e a cebola preparada anteriormente, e leve ao fogo médio para aquecer. Deixe cozinhar, em fogo baixo, por 10 minutos. Retire do fogo, descarte a cebola com o louro e os cravos, e junte o sal, o AJI-NO-MOTO® e a noz-moscada. Reserve.

Em outra panela média, coloque a manteiga e leve ao fogo médio para derreter. Junte a farinha e frite por 1 minuto, mexendo sempre, ou até ficar dourada.

Retire do fogo e, aos poucos, acrescente o leite ainda quente, sempre mexendo, para não empelotar. Volte ao fogo baixo e cozinhe, sempre mexendo, por 2 minutos, ou até encorpar ligeiramente. Retire do fogo.

Montagem: em um refratário retangular grande (22 x 34 cm), disponha o refogado de bacalhau e, por cima, distribua o molho branco. Finalize com o queijo e leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, por 20 minutos, ou até aquecer e dourar ligeiramente na superfície.

Retire do forno e sirva em seguida.

Dicas:

Para dessalgar o bacalhau em lascas, coloque-o em uma tigela grande, cubra com água e leve à geladeira por 24 horas, trocando a água pelo menos 4 vezes nesse período.

A cebola com a folha de louro espetada com cravos-da-índia também é conhecida como oignon piqué, que é uma técnica da cozinha francesa clássica utilizada para dar sabor e aroma ao preparo de sopas e molhos.



BACALHAU CREMOSO

(Tempo de preparo: 50 minutos)

Serve: 4 porções

Ingredientes

Batata (300g)

Alga Kombu (1 pedaço de 15 cm)

Cebola (100g)

Tomate (100g)

Azeite (quanto baste)

Bacalhau dessalgado (300g) 

Modo de preparo

Descascar e cozinhar as batatas com a alga kombu até ficarem bem macias.

Passar as batatas por uma peneira ainda quente e reservar este purê.

Cortar a cebola e o tomate em rodelas finas.

Em uma travessa, colocar em fio de azeite no fundo, dispor as rodelas de cebola cobrindo todo o fundo da travessa.

Sobre a cebola, organizar as rodelas de tomate, e por cima colocar o bacalhau.

Finalizar com o purê de batatas.

Na hora de assar, regar com azeite e levar ao forno por aproximadamente 30 minutos ou até cozinhar o bacalhau.


UMAMI

É o quinto gosto básico do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda. Foi reconhecido cientificamente no ano 2000, quando pesquisadores da Universidade de Miami constataram a existência de receptores específicos para este gosto nas papilas gustativas. O aminoácido ácido glutâmico e os nucleotídeos inosinato e guanilato são as principais substâncias umami. As duas principais características do umami são o aumento da salivação e a continuidade do gosto por alguns minutos após a ingestão do alimento. Para saber mais, acesse o site www.portalumami.com.br.


Fonte: Race Comunicação

sexta-feira, 31 de março de 2023

Páscoa: confira como harmonizar cerveja e chocolate


Os ovos feitos de chocolate são um dos maiores símbolos da Páscoa. Mas para deixar a comemoração ainda melhor é possível harmonizar cerveja com chocolate e outros pratos típicos da comemoração. Segundo Vanessa Nadruz, beer sommelière e especialista em experiências cervejeiras da Academia da Cerveja, da Ambev, apesar de pouco conhecida, a harmonização entre cervejas e chocolates funciona muito bem e é perfeita para quem gosta de novas experiências.

A especialista explica que quando o assunto é chocolate branco, que costuma ser mais doce, cervejas com notas ácidas e frutadas são uma ótima pedida. “Um bom exemplo é a Berliner, da Wals, que é do estilo Berliner Weisse e tem adição de frutas vermelhas e hibisco em sua receita. Sua acidez contrasta com o dulçor do chocolate e suas notas frutadas ajudam a complementar a composição, formando um terceiro e elegante sabor na boca”, afirma Vanessa.

Para o chocolate ao leite a harmonização sugerida é com cervejas que possuam notas de caramelo e chocolate, e que possuem um amargor mais suave. “A Bohemia Reserva, uma English Barley Wine, é uma cerveja encorpada e com sabor residual adocicado, com notas que remetem à caramelo e castanhas, que complementam com um “tchã” a mais o sabor doce e suave do chocolate”, explica.

Já quando a harmonização é com chocolates com um maior percentual de cacau, as cervejas do estilo Imperial Stout ou Russian Imperial Stout, são uma ótima combinação. As notas advindas do malte torrado remetem à café e chocolate, semelhantes às do chocolate mais amargo, e sua textura mais licorosa resulta em uma combinação cremosa e intensa. Como exemplo, a beer sommelière cita a Wals Petroleum, uma Russian Imperial Stout com 12% de teor alcoólico.

Para quem não é muito fã de chocolates, a dica é a harmonização entre sorvete de creme e uma cerveja Porter, como a Colorado Demoiselle, que possui notas de café que complementam muito bem o dulçor do sorvete, remetendo à clássica combinação de café com leite.

Para quem quer saber mais sobre a harmonização de cervejas chocolates e ainda conhecer como é o processo de produção das cervejas, a Ambev promoverá beer tour temáticas nos dias 1 e 8 de abril em todas as unidades do programa de visitação (Jaguariúna (SP), Agudos (SP), Rio de Janeiro, Itapissuma (PE), Ponta Grossa (PR)). Ao final da visita os participantes poderão degustar a harmonização entre cervejas Ambev e chocolates.

As visitas são gratuitas, guiadas e contam com uma programação exclusiva em cada unidade. Além da experiência sensorial, o público terá a oportunidade de aprender de perto como a cerveja é feita, seus ingredientes e etapas do processo de produção, desde a brassagem, fermentação, maturação até a filtração -- fase em que os visitantes podem provar a cerveja segundos depois de pronta, direto do tanque. Para participar basta se inscrever no site.


Fonte: FSB Comunicação

Brewine Leopoldina recebe 12 prêmios no Concurso Brasileiro de Cervejas 2023


A Brewine Leopoldina, marca pertencente ao Grupo Famiglia Valduga, consagrou-se como uma das principais cervejarias brasileiras ao receber 12 prêmios na 11ª edição do Concurso Brasileiro de Cervejas. Reconhecida por sua paixão em produzir rótulos de alta qualidade com ingredientes selecionados, a Leopoldina ganhou destaque em diversas categorias desta premiação, somando quatro medalhas de ouro, seis de prata e duas de bronze.

Entre as cervejas premiadas, os consumidores podem desfrutar da Leopoldina Russian Imperial Stout, ouro na categoria American-Style Imperial Porter; Leopoldina Barley Wine, ouro Aged Beer; e Leopoldina Witbier, ouro - pelo segundo ano consecutivo neste concurso. Com a medalha prata, no mercado, está disponível também Leopoldina Porter (categoria Robust Porter), além da Leopoldina Session IPA, que levou o bronze na categoria Session Beer.

Para o diretor do grupo, Eduardo Valduga, à frente de Brewine Leopoldina, a conquista desses prêmios é um reconhecimento muito importante e inédito à cervejaria, o qual chancela o compromisso da marca com a qualidade dos rótulos ofertados aos consumidores e a posiciona entre os principais players do mercado. "Estamos muito felizes com o resultado do Concurso Brasileiro de Cervejas. Pela primeira vez, conquistamos 12 prêmios de uma só vez nos colocando como a segunda melhor cervejaria do Brasil. Todas as medalhas refletem o resultado da dedicação em oferecer cervejas premium, com ingredientes selecionados em um excelente método de preparo.", comenta o diretor.

O Concurso Brasileiro de Cervejas é o maior e o mais importante evento dedicado às cervejas especiais da América Latina. Este reúne, anualmente, uma equipe de jurados altamente qualificados de diversos países e premia a excelência na produção de cervejas artesanais no Brasil e em todo o mundo.

A Brewine Leopoldina tem o compromisso de produzir cervejas com ingredientes selecionados, usando métodos tradicionais para garantir a qualidade e o sabor em seus produtos. Cinco das cervejas premiadas já estão no mercado, e, em breve, os outros premiados estarão disponíveis aos consumidores, os rótulos vão trazer experiências únicas, a partir de aromas intensos e paladar saboroso a todos os gostos, como dita o DNA da marca.


Sobre a Brewine Leopoldina

A Brewine Leopoldina nasce da paixão pelo mundo cervejeiro somada à tradição vitivinícola com o propósito de produzir cervejas artesanais com base nas principais escolas cervejeiras belga, tcheca, americana, inglesa e alemã, cuja tradição nos fermentados é mundialmente reconhecida. As bebidas são elaboradas com a seleção dos melhores maltes, lúpulos e leveduras importados da Europa, aliando tecnologia e qualidade que garantem o alto padrão dos produtos. A marca faz parte do grupo Famiglia Valduga, um dos mais tradicionais produtores de vinhos e espumantes do Brasil.


Sobre o Grupo Famiglia Valduga 

Reconhecido mundialmente por seu padrão de excelência e sua expertise em inovação, o grupo Famiglia Valduga é composto pelas empresas Casa Valduga, Domno Wines, Ponto Nero, Casa Madeira, Brewine Leopoldina e Vinotage.

Casa Valduga é a vinícola que está entre as 10 principais do país e conta com a maior cave de espumantes da América Latina; Domno Wines, importadora que se dedica a trazer com exclusividade para o Brasil os rótulos mais consagrados do mundo; Ponto Nero, marca de espumantes reconhecida pelo seu DNA inovador a partir de rótulos com designers modernos e combinações únicas no mercado. A Ponto Nero conta ainda com a submarca Becas, vinhos frisantes em lata que permitem degustações saborosas, descomplicadas e em doses na medida certa.

Casa Madeira, por sua vez, disponibiliza sucos, chás, geleias, antepastos e creme balsâmico, entre outros produtos gourmets; Brewine Leopoldina é a empresa que elabora cervejas artesanais, transformando-as em experiências especiais, percorrendo o caminho perfeito entre os mundos enológico e cervejeiro. Por fim, Vinotage é a marca de cosméticos e bem-estar do grupo, responsável pela formulação de produtos diferenciados graças à sua base com o óleo extraído da uva.

A sede do grupo fica em Bento Gonçalves (RS), no Vale dos Vinhedos, local onde a Família Valduga instalou-se quando chegou ao Brasil.


Fonte: Agência PUB